ACOMPANHE-NOS    
DEZEMBRO, TERÇA  07    CAMPO GRANDE 32º

Política

Projeto que destina R$ 2 bilhões para santas casas vai à Câmara

Serão beneficiados todos os hospitais filantrópicos que atuam junto ao SUS

Por Adriano Fernandes | 21/10/2021 21:19
Senadores durante a sessão desta quinta-feira (21). (Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado)
Senadores durante a sessão desta quinta-feira (21). (Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado)

O Plenário do Senado aprovou nesta quinta-feira (21) o projeto de lei que prevê repasse de R$ 2 bilhões para ajudar santas casas e hospitais filantrópicos (sem fins lucrativos) que atuam junto ao SUS (Sistema Único de Saúde). De acordo com a proposta, o dinheiro deve ser liberado em até 15 dias a partir da promulgação da respectiva lei.

Os votos individuais de cada senador não foram divulgados.

As entidades a serem beneficiadas são aquelas que complementam as operações do SUS, recebendo demandas do sistema público. O dinheiro, de acordo com o projeto, será administrado pelo Ministério da Saúde, que o distribuiria a partir do Fundo Nacional de Saúde para os fundos estaduais, distrital ou municipais com os quais as instituições filantrópicas estejam contratualizadas.

O projeto prevê que o valor recebido por cada entidade deverá ser usado para pagar profissionais de saúde (inclusive aqueles contratados depois do auxílio), adquirir insumos e equipamentos, conduzir pesquisas e realizar reformas no espaço físico. O recebimento dos recursos não implicaria, necessariamente, em demandas extras para as santas casas e os hospitais filantrópicos.

O relator da proposta no Senado foi o vice-presidente da Casa, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB). Ele disse que a medida atende a um apelo antigo das entidades beneficentes, que somam quase 2 mil unidades em todo o país. O senador elogiou o trabalho das entidades e lamentou que elas dependam de iniciativas pontuais de auxílio para se sustentar. O texto do PL 1.417/2021, agora segue para a Câmara dos Deputados.

Com informações da Agência Senado***

Nos siga no Google Notícias
Regras de comentário