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Política

Reinaldo cobra liberação de R$ 70 milhões do Ministério da Agricultura

Governadior se reuniu nesta manhã (14) com a ministra Tereza Cristina e pediu recursos referentes a emendas de 2019 e 2020

Por Leonardo Rocha | 14/07/2020 10:57
Governador Reinaldo Azambuja (PSDB) durante reunião com a ministra Tereza Cristina, em Brasília (Foto: Divulgação - Mapa)
Governador Reinaldo Azambuja (PSDB) durante reunião com a ministra Tereza Cristina, em Brasília (Foto: Divulgação - Mapa)

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) se reuniu nesta manhã (14) com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, onde pediu a liberação de R$ 70 milhões para o setor em Mato Grosso do Sul, referentes a emendas de 2019 e 2020.

Além dos valores passados, durante audiência com a ministra, Reinado diz que aproveitou para trabalhar “a indicação de mais emendas para este ano para a recuperação de estradas vicinais, que têm relação direta com o escoamento da produção de assentamentos da agricultura familiar”.

Reinaldo adiantou que os R$ 70 milhões serão investidos para compra de maquinários, equipamentos e implementos agrícolas, com o objetivo de melhorar a “competitividade” dos pequenos produtores do Estado.

A ministra disse durante o encontro que haverá uma “atenção especial” às demandas de Mato Grosso do Sul.  “Além de ministra, a Tereza Cristina é amiga de todo o setor produtivo do Estado. Temos a certeza de que ela é atenta às necessidades do campo, que impulsiona nossa economia”, contou o tucano.

Segundo o governo, o Estado já recebeu mais de R$ 1 bilhão em investimentos para compra de equipamentos desde o primeiro mandato de Azambuja, que são destinados para os agricultores familiares, que representam mais de 70 mil em Mato Grosso do Sul.

Agenda – O governador também se reúne nesta terça-feira (14), em Brasília, com o senador Márcio Bittar (MDB-AC), que foi escolhido como o relator do Orçamento Geral da União para 2021. A intenção é mediar recursos direcionados ao Estado. O parlamentar já adiantou que esta peça (orçamentária) será influenciada pela crise econômica provocada pela pandemia do coronavírus.