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Política

Silveira acredita que escolas serão maiores apoiadoras no Cantina Saudável

Por Fabiano Arruda | 07/02/2012 19:39
Vereador pregou que acompanhamento a cantineiros deve se pautar pela orientação. (Foto: Fabiano Arruda)
Vereador pregou que acompanhamento a cantineiros deve se pautar pela orientação. (Foto: Fabiano Arruda)

Autor do “Cantina Saudável”, o vereador Cristóvão Silveira (PSDB) disse acreditar que as escolas e até os alunos serão as maiores fiscalizadores em relação às cantinas na aplicação da lei, aprovada no ano passado.

O parlamentar também afirma que a fiscalização aos cantineiros terá caráter maior de orientação ou invés de punição. “A lei não fez ninguém perder o comércio. Ela só proíbe deseducar as crianças”, disse.

Ele esclarece ainda que os cantineiros que possuem estoques antigos, em desconformidade com a lei, terão que vender os produtos a outros estabelecimentos e não poderão comercializar. “Defendo que não haja flexibilidade. Lei é para ser cumprida”.

O vereador ressaltou a ideia central do projeto: criar estilo de vida saudável para ter gerações com menos doenças no futuro. Além disto, pregou que o “Cantina Saudável” não pode destoar do que é pregado dentro da sala de aula.

“O projeto tem que acompanhar o programa pedagógico. Estudei muito isto e por isto tivemos dificuldade em aprovar”, pontuou, ressaltando que tem pautado seu mandado na educação.

O tucano também aproveitou para chamar de lenda a informação de que produtos saudáveis são caros. “Uma maçã se compra a R$ 0,50 no Ceasa. O salgado assado é muito mais barato que o frito”, ilustrou, garantindo que já percorreu as escolas no início do ano letivo e que a “meninada” está consumindo os produtos das cantinas.

Silveira ainda revelou que, a partir de agora, como autor do projeto, seu papel será ajudar a fiscalizar a denunciar as irregularidades nos estabelecimentos. “Ninguém precisa fazer guerra. Vamos ajudar o cantineiro, ministrando os cursos”, diz, acrescentando que profissionais perceberam que “fica mais barato produzir o que vão vender ao invés de comprar”.

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