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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

01/02/2012 11:10

Trad avalia que Expogrande depende de acordo entre MPE e Acrissul

Wendell Reis
Prefeito disse que pode ficar à frente das negociações para tentar a harmonia entre as partes(Foto:Wendell Reis)Prefeito disse que pode ficar à frente das negociações para tentar a harmonia entre as partes(Foto:Wendell Reis)

O prefeito de Campo Grande, Nelson Trad Filho (PMDB), ainda não está à frente do problema entre a Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul) e o MPE (Ministério Público Estadual). Porém, diz que pode ficar se for chamado por uma das partes. “Isso é um problema entre a entidade e o Ministério Público. O que puder fazer para intermediar vou fazer. Para tentar a harmonia entre as partes”.

A Expogrande 2012 está marcada para acontecer entre os dias 12 e 22 de abril, no Parque de Exposições Laucídio Coelho, mesmo local onde aconteceu uma polêmica tremenda no ano passado, por conta do barulho. Moradores da região reclamaram do barulho e o Ministério Público proibiu a realização dos shows. Além do problema, o Ministério Público ainda observou que a Acrissul não possuía licença para realizar os eventos.

A Expogrande do ano passado só foi realizado após a assinatura de um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) entre Prefeitura e MPE, definindo critérios para a realização dos shows, como o horário de término às 23h.O presidente da Acrissul, Francisco Maia, informou que a empresa contratada para cuidar dos shows vai fazer uma reunião com a Prefeitura e o Ministério Público para definir os critérios para realização do evento.

Maia já declarou que esperava uma reavaliação de alguns pontos para encontrar um consenso com relação às licenças ambientais. Segundo ele, a Acrissul não tem condições de providenciar um projeto de som para resolver o problema acústico. O presidente da Acrissul chegou a protocolar um pedido de cópia da licença ambiental de diversos locais em Campo Grande, entre eles a Feira Central, Praça do Rádio Clube, Estoril, Rádio Clube e Lixão. A época, Maia declarou que poderia entrar na Justiça contra o promotor Alexandre Haslam caso confirmasse que os locais não possuíam licença. Para ele, o fato evidenciaria uma perseguição.



Concordo com o comentário do Sr. Weslley. Com certeza é perseguição, em todos esses anos nunca houve reclamação sobre o barulho que vem do Parque com os eventos, somente depois do inicio das construções do condomínio de luxo que começaram. Posso afirmar com certeza que tem políticio envolvido nisso.
 
André Serra em 01/02/2012 12:25:25
É obvio que é perseguição, isso só aconteceu depois que começaram as obras daquele condomínio de luxo na frente do Laucídio Coelho, os moradores de perto ali não achavam nada ruim né pq eles usavam a calçada deles como estacionamento e ganhavam muito dinheiro com aquilo, isso é interesse político. Qual rico vai querer morar em frente aonde rola maior barulho em alguns finais de semana ? rsrs
 
weslley souza em 01/02/2012 11:28:20
A lei do silencio vale das 22:00 hs às 06:00 hs todos os dias.O que a AGRISSUL quer?Descumprir essa lei?E o prefeito o que tem a ver com isso?O MPE é fiscalizador do cumprimento das nossas leis e aje corretamente.Agora aceitar "carteirada" do prefeito ou da AGRISSUL,aí não! Bom senso é fazer shows dentro desses limites e pronto!Porque não? Cobrem menos pelo ingresso q antigamente era gratis.
 
samuel gomes-campo grande em 01/02/2012 03:54:51
CONCORDO COM O ANDRÉ E WESLLEY.O PQ LAUCIDIO COELHO JA TEM 80 ANOS ALI E AGORA Q ESTAO CONSTRUINDO AO LADO Q VEM COM ESSA CONVERSA.ACHO QUE COM ISSO NÃO SAO SÓ OS CRIADORES QUE ESTAO PERDENDO E SIM A NOSSA CIDADE.A EXPO AQUI NUNCA FOI BOA,MAS PELO MENOS O DINHEIRO CIRCULAVA.EM RIO VERDE E BONITO TEMOS O CARNAVAL E TURISMO,EM MARACAJU A LINGUIÇA EM SAO GABRIEL O PORCO SÓ AQUI QUE NÃO TEM NADA.
 
RAFAEL LOPES em 01/02/2012 03:40:43
Absurdo uma festa com 80 anos de tradição acabar por capricho do MP.Se e justiça deve ser pra todos.as baladas continuam noite a dentro na cidade em locais sem licença ambiental.So aqui mesmo,já pensou um promotor acabar com a festa de Barretos ou a Ezpozebu em Uberaba?
 
João david em 01/02/2012 01:53:21
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