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Campo Grande, Sábado, 19 de Agosto de 2017

14/04/2016 14:10

UCE afirma que cumpre lei e que emissão de carteira do estudante é segura

Paulo Yafusso
A polêmica envolvendo empresa promotora de shows na Expogrande e entidade dos estudantes continua, mesmo com acordo (Foto: Marcos Ermínio)A polêmica envolvendo empresa promotora de shows na Expogrande e entidade dos estudantes continua, mesmo com acordo (Foto: Marcos Ermínio)

O problema da meia-entrada nos shows da Expogrande (Exposição Agropecuária de Campo Grande) foi resolvido por meio dea assinatura de um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) entre o Procon (Superintendencia de Orientação e Defesa do Consumidor), a promotora de eventos Santo Show e a Promotoria de Defesa do Consumidor, mas as divergências sobre a lei que assegura esse direito aos estudantes prossegue.

O tesoureiro da UCE (União Campo-grandense de Estudantes), Willian Zandona, rebateu a informação do advogado da Santo Show, Fábio de Melo Ferraz, de que as entidades dos estudantes não estão cumprindo com a lei, ao não disponibilizar o cadastro dos associados, para que possa ser feita a conferência da veracidade do documento e assim evitar fraudes. A UCE foi a entidade que denunciou ao Procon que a Santo Show não estava respeitando a lei da meia-entrada.

Zandona disse que a lei que garante a meia-entrada para os estudantes em eventos diz que o cadastro de associados é sigiloso, mas a UCE disponibiliza à empresa promotora do evento um sistema que permite conferir todos os dados contidos na carteira do estudante, inclusive para checagem fotográfica, dependendo ao sistema utilizado. Mas as informações são individualizadas, para proteger o sigilo cadastral.

Segundo ele, a União Campo-grandense de Estudantes é filiada a UGE (União dos Jovens e Estudantes do Brasil), e agora as carteiras confeccionadas dentro de padrões de segurança e os promotores de eventos podem fazer a conferência usando um celular que faça a leitura do QR Code, que consiste em um gráfico em 2D em formato de caixa quadrado, em preto e branco, onde estão inseridos informações, que podem ser lidas por alguns tipos de celulares que possuem aplicativos para isso.

Zandona afirmou que a UCE vai demonstrar o sistema ao promotor de Justiça de Defesa do Consumidor, Fabricio Proenza Azambuja, em reunião marcada pelo MPE para a tarde desta quinta-feira (14). A UCE possui cerca de 3.500 associados, e para obter a carteira do estudante a entidade cobra R$ 20,00 por ano.




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