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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

30/05/2014 18:33

Verba só após sanadas irregularidades no Hospital do Trauma, diz ministro

Josemil Arruda e Lidiane Kober
Governador conversando com Teslenco e o ministro da Saúde (Foto: Marcos Ermínio)Governador conversando com Teslenco e o ministro da Saúde (Foto: Marcos Ermínio)

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, deixou claro nesta sexta-feira (30), durante entrevista coletiva na sede da Fiems (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul), que a liberação de verbas para obras do Hospital do Trauma de Campo Grande não será destravada enquanto houverem pendências. “Não vou destravar porque tem uma série de irregularidades no projeto e não tem como liberar antes de saná-las”, afirmou ele.

Apesar da negativa do ministro, o prefeito Gilmar Olarte ainda demonstrou otimismo com a possibilidade de destravamento dos recursos para continuidade da execução da obra. “Acredito que em breve será liberado sim”, declarou.

Já o governador André Puccinelli afirmou que os problemas relativos ao Hospital do Trauma não decorreram de irregularidades. “O que ocorreu foram mudanças estruturais no projeto. Não é irregularidade”, disse, dando como exemplo a alteração de local uma sala.

O presidente da Santa Casa de Campo Grande, Wilson Teslenco, disse que houveram alguns problema de medição da obra. “Fizeram uma lambança tão grande que está difícil para consertar”, chegou a dizer. Deu como exemplo medição do que não foi efetivamente executado.

Segundo Teslenco, essas problemas é que levaram o governador e o prefeito da Capital a se reunirem esta semana, em Brasília, com o ministro José Múcio, do Tribunal de Contas da União. Nessa reunião teria ficado assegurado que será novamente oportunizada defesa no processo relativo ao Hospital do Trauma, apesar do prazo próprio ter se esvaído sem apresentação dela.

Gilmar Olarte afirmou que essas pendências que estão sendo julgadas no TCU são da época em que a Associação Beneficente de Campo Grande (ABCG), hoje presidida por Teslenco. Este, porém, dá a entender que as supostas irregularidades ocorreram na época da intervenção governamental na Santa Casa.

 

 



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