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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

29/04/2014 14:32

Vereadora do PMDB estranha falta de dinheiro para reajuste de servidores

Josemil Arruda e Kleber Clajus
Carla Stephanini lembra que reajuste foi previsto no Orçamento feito por Bernal (Foto: arquivo)Carla Stephanini lembra que reajuste foi previsto no Orçamento feito por Bernal (Foto: arquivo)

A vereadora Carla Stephanini, presidente do Diretório do PMDB da Capital, considera necessário que o prefeito Gilmar Olarte (PP) esclareça a execução de despesas e receitas orçamentárias, visto que o reajuste dos servidores municipais, de acordo com ela, está previsto no Orçamento para 2014. “Precisamos fazer esse debate aqui”, disse.

“Já estava previsto o reajuste no planejamento anterior”, afirmou Carla Staphanini, cobrando esclarecimentos sobre o reajuste dos servidores municipais e observando que a concessão do aumento foi feita pelo antecessor de Gilmar Olarte. Ontem, o prefeito afirmou que precisaria de um crescimento da receita de R$ 300 milhões neste ano para conceder ao professores o reajuste reivindicado, de 18,3%.

“Se perdermos essa capacidade, Executivo precisa nos esclarecer como vamos recuperar isso e em que tempo para suportar o reajuste salarial”, defendeu a vereadora peemedebista. O reajuste, lembrou a vereadora, foi concedido na gestão anterior, de Alcides Bernal (PP).

Já a vereadores Professora Rose Modesto (PSDB) disse que esteve participando de todas as reuniões do professores, apontando que o que está sendo pedido é o que já está previsto na legislação. Ponderou, porém, as dificuldades financeiras do município. “Os professores estão pedindo agora 18% e prefeito busca alternativa para cumprir isso a partir de 1º de maio”, afirmou.

O presidente da Câmara de Campo Grande, vereador Mario Cesar (PMDB), apontou também a estagnação da receita municipal como dificuldade para se atender os servidores municipais. “A receita só cresceu 0,61% de 2013 para 2014, enquanto historicamente o aumento anual era de 17,8%”, comparou. Uma das maiores quedas, segundo ele, foi quanto ao ICMS, 3%, o que teria significado R$ 80 milhões a menos neste ano.

Quanto ao plano de cargos e salários do funcionalismo municipal, Mario Cesar defendeu que volte a ser feitas as adequações necessárias. “Precisamos resgatar isso. Na gestão do Nelsinho isso foi muito trabalhado, mas o sucessor paralisou”, disse.

 



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