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Política

Vereadores repudiam atos de vandalismo e dizem que ações comprometem protestos

Por Leonardo Rocha e Jéssica Benitez | 24/06/2013 11:38
Edil afirma que manifestações irão gerar reflexão na classe política (Foto: Cleber Gellio)
Edil afirma que manifestações irão gerar reflexão na classe política (Foto: Cleber Gellio)

Os vereadores ouvidos pela reportagem do Campo Grande News, repudiaram os atos de vandalismos cometidos na última sexta-feira no prédio da Câmara. Segundo eles, estas ações comprometem a legitimidade dos protestos.

Na sexta, manifestantes jogaram rojões e pedras nas dependências da Casa, resultando em vidros quebrados e a destruição da câmera de segurança. Também houve a denúncia que eles invadiram o local e “rasgaram” alguns documentos, porém a mesa diretora não soube especificar quais eram. “Abomino vandalismo, o diálogo sempre deve existir, mas a baderna deve ser evitada para que não haja interpretações equivocadas sobre o protesto”, destacou o vereador Edil Albuquerque (PMDB).

Segundo ele, este “clamor” que veio das ruas deve gerar uma reflexão na classe política. “Se é preciso mudar, tanto a população como o poder público deve saber como mudar”, apontou. Já o vereador Eduardo Romero (PT do B) fez questão de frisar que este “banho de cidadania” precisa gerar frutos para ambos os lados. “Os políticos precisam se sintonizar com a população e esta não deve deixar o movimento morrer e continuar a interferir nas políticas públicas”, ponderou.

Eleições Municipais – De acordo com o vereador Paulo Siufi (PMDB) este sentimento de mudança, já havia sido registrado nas ultimas eleições municipais, quando a população “trocou” diversos grupos políticos que estavam no poder em todo país.

Siufi fez questão de enfatizar que esta mudança precisa ser feita para melhor e não fazer com que a cidade anda para trás. Ele já usou diversas vezes esta argumentação contra o prefeito Alcides Bernal (PP), que segundo o vereador, tem efetuado diversos erros administrativos. O peemedebista inclusive preside a CPI do Calote, que investiga a falta de pagamento da prefeitura a empresas prestadoras de serviço.

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