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Cidades

Anvisa interdita três repelentes após falha em teste de princípio ativo

Lotes de produtos das marcas Above Protec e Repellere não podem ser vendidos ou usados

Por Ketlen Gomes | 03/08/2026 14:41
Anvisa interdita três repelentes após falha em teste de princípio ativo
Três repelentes interditados cautelarmente pela Anvisa nesta segunda-feira (3). (Foto: Repdorução)

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) interditou cautelarmente três repelentes de insetos nesta segunda-feira (3). Laudos do Instituto Adolfo Lutz, do Lacen (Laboratório Central de Saúde Pública) de São Paulo, apontaram resultado insatisfatório no ensaio de DEET, ingrediente ativo usado para afastar mosquitos, carrapatos e outros insetos.

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A Anvisa interditou cautelarmente três repelentes de insetos nesta segunda-feira (3) após laudos do Instituto Adolfo Lutz e do Lacen de São Paulo apontarem resultados insatisfatórios no ensaio de DEET, substância ativa que impede insetos de detectar o cheiro humano. Os produtos afetados são o Repelente FPS 30 Above Protec, o Above Protect Repelente e o Repellere Aerossol. A medida, válida por até 90 dias, proíbe fabricação, venda e uso dos lotes envolvidos.

A medida impede temporariamente a fabricação, comercialização e uso dos produtos e dos lotes afetados enquanto as investigações são realizadas.

Os itens interditados são o Repelente com Filtro Solar FPS 30 Above Protec, lote 189952; o Above Protect Repelente de Insetos, lote 205688; e o Repellere Repelente de Insetos Aerossol, lote 2601001449.

O DEET atua bloqueando os sentidos dos insetos e impede que eles detectem o cheiro da pele humana, dificultando a aproximação.

A interdição cautelar é uma medida preventiva e temporária adotada pela Anvisa para impedir que produtos ou serviços sejam fabricados, comercializados ou utilizados até que estejam adequados às normas e as investigações sejam concluídas. Conforme a legislação, a medida tem prazo de até 90 dias.

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