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Saúde e Bem-Estar

MS inicia o ano com desaceleração nas hospitalizações por influenza A

Boletim InfoGripe aponta queda na tendência de SRAG no Estado e baixo risco em Campo Grande

Por Geniffer Valeriano | 16/01/2026 08:39
MS inicia o ano com desaceleração nas hospitalizações por influenza A
Pacientes na UPA Universitário, em Campo Grande. (Foto: Marcos Maluf/Arquivo)

O ano começou com desaceleração no aumento das hospitalizações por influenza A em Mato Grosso do Sul. Os dados constam no Boletim InfoGripe da Fiocruz, publicado no fim da tarde desta quinta-feira (15), que analisa o período de 4 a 10 de janeiro.

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Mato Grosso do Sul registra desaceleração nas hospitalizações por influenza A no início de 2024, conforme aponta o Boletim InfoGripe da Fiocruz. Campo Grande apresenta baixo risco de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e tendência de queda nas últimas semanas.Em contrapartida, Acre e Amazonas mantêm níveis de risco elevados, com crescimento de casos principalmente entre jovens, adultos e idosos. Outras capitais como Manaus, Cuiabá e São Luís registram níveis de alerta, com aumento significativo em crianças até dois anos.

Segundo o levantamento, apenas Acre e Amazonas registraram incidência de SRAG  (Síndrome Respiratória Aguda Grave) em nível de risco nas últimas duas semanas. Os dois estados também apresentam sinais de crescimento na tendência de longo prazo. Nesses locais, a influenza A tem sido o principal fator de aumento da SRAG, com hospitalizações entre jovens, adultos e idosos.

O crescimento de internações também é observado no Ceará, Pernambuco e Sergipe. Já Mato Grosso do Sul e Mato Grosso seguem na contramão desse cenário, com desaceleração no ritmo de crescimento dos casos.

Em Rondônia e no Maranhão, a incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave mantém os estados em nível de alerta ou risco, porém sem sinais de aumento na tendência de longo prazo.

Na análise por capitais, Campo Grande apresenta níveis de atividade de SRAG considerados de baixo risco nas últimas duas semanas, além de sinais de queda na tendência de longo prazo.

Em contrapartida, Manaus (AM), Cuiabá (MT) e São Luís (MA) registram níveis de alerta, risco ou alto risco, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo. “O aumento de SRAG nessas capitais ocorre especialmente entre crianças de até dois anos e, em Manaus, também entre idosos”, detalha o boletim.

Outras quatro capitais, como Boa Vista (RR), Brasília (DF), João Pessoa (PB) e Palmas (TO), também apresentam níveis de alerta, risco ou alto risco, porém sem indícios de crescimento na tendência de longo prazo.

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