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Cidades

Bandidos furtam pistola e fuzil que procurador usava para caçar javalis

Crime aconteceu quando servidor público de 67 anos estava em restaurante

Por Marta Ferreira | 26/10/2020 19:00
Fuzil que era utilizado para a caça dos animais. (Foto: Direto das Ruas)
Fuzil que era utilizado para a caça dos animais. (Foto: Direto das Ruas)

Procurador do Estado de Mato Grosso do Sul de 67 anos comunicou nesta segunda-feira (26) à tarde à Polícia Civil em Campo Grande o furto de pistola calibre 380 e de fuzil calibre 308, que estavam na camionete Toyota Tundra de sua propriedade. As armas, informou sumiram quando almoçava em restaurante na Avenida Mato Grosso, no Bairro Santa Fé.

O servidor público lotado na PGE (Procuradoria Geral do Estado) explicou é colecionador e caçador com autorização do Ibama e havia usado o armamento neste domingo (25), na área rural de Campo Grande. No Brasil, é bom explicar, o único animal que pode ser caçado é o javali, porque se transformou em invasor e isso foi autorizado.

Conforme apurado pela reportagem, é esse tipo de animal que o procurador saiu para caçar.

O registro policial foi feito na Depac Centro (Delegacia de Pronto Atendimento), localizada na Rua Padre João Crippa.

Conforme as informações prestadas, o procurador saiu de casa e esqueceu as armas dentro.

A pistola estava no console central e o fuzil estava em uma capa verde camuflada, informou à polícia.

No carro também ficou uma mochila preta grande, caixa de munições, faca, lanterna, rádio comunicador e outros itens para caça.  Conforme a vítima do furto de armas, o tempo levado para o almoço foi de 40 minutos. Quando saiu, um funcionário do restaurante disse que tinha um papel que parecia ter caído do carro dele.

Quando olhou na camionete, viu que estava toda revirada. A suspeita é de que o ladrão tenha usado chave mixa para abrir o veículo e levar as armas e a mochila.

O fuzil foi levado com a capa e tudo. Os documentos de registro estavam guardados na capa da arma longa e também sumiram, assim como a autorização para caça, entre outros papéis.

Responsável pelo registro, o delegado Mikaill Faria, ainda não há pista dos bandidos que cometeram o furto.

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