Estado vai apoiar Capital para melhorar serviços nas UPAs, diz titular da SES
Parceria deve passar por qualificação, protocolos e investimentos estruturais das unidades
Até as UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) de Campo Grande receberão apoio do governo do Estado. A parceria deve passar por qualificação, protocolos e investimentos estruturais. O objetivo é melhorar o atendimento nas unidades.
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O governo do Estado de Mato Grosso do Sul irá apoiar as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Campo Grande com qualificação, protocolos e investimentos estruturais, visando melhorar o atendimento. O secretário de Saúde, Maurício Simões, destacou a importância das UPAs como porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS) e a necessidade de um diagnóstico para guiar as ações. A parceria entre o Estado e o município busca unificar o processo de regulação médica, priorizando atendimentos de urgência e emergência. Simões enfatizou a construção de protocolos clínicos unificados e melhorias na rede assistencial, incluindo hospitais como a Santa Casa e o HRMS, para garantir um atendimento mais eficiente e adequado aos pacientes.
Em entrevista ao Campo Grande News, na manhã desta segunda-feira (26), o titular da SES (Secretaria de Estado de Saúde), Maurício Simões, explica que as unidades são a porta de entrada no SUS (Sistema Único de Saúde) e a atuação em uma das origens irá refletir no quadro geral da saúde do Estado.
"Já startamos uma outra iniciativa com relação às unidades de pronto atendimento do município, a fim também de identificar os pontos onde Estado e município podem atuar, melhorando a origem dos pacientes, porque a regulação regula os pacientes que vêm do interior e das unidades de pronto atendimento para os hospitais", disse.
Segundo Simões, o primeiro passo é fazer um diagnóstico para guiar as ações que precisam ser feitas a curto, médio e longo prazo.
"Algumas necessidades demandam uma ação mais imediata e que talvez não precisem de grande estrutura, como, por exemplo, uma alteração do fluxo, uma qualificação, estruturação digital. Outras, talvez, tenham necessidade de fazer o investimento estrutural, propriamente dito, a aquisição de aparelhos, a interligação digital e dos prontuários eletrônicos. Junto com a regulação, construir redes assistenciais de apoio ao paciente que está lá na UPA, evitando, muitas vezes, a hospitalização", detalhou o secretário.

Esta é mais uma das parcerias entre Estado e Capital na saúde, que iniciaram a unificação do processo de regulação médica. A etapa responsável é por organizar e priorizar o atendimento, especialmente em casos de urgência e emergência, para garantir que o paciente certo receba o tratamento adequado, no tempo certo e com o uso eficiente dos recursos disponíveis.
Desde o início do ano, as equipes dividem a mesma sala no prédio localizado na Avenida Afonso Pena, região central de Campo Grande e passam por um período de adaptação para padronizar fluxos e procedimentos.
"O nosso desafio agora é, além de, como eu já disse, fazer esses investimentos para melhorar o processo interno, é construir os protocolos clínicos, protocolos também unificados, para que todos estejam falando a mesma língua. Ter protocolos clínicos é fundamental para você poder fazer um bom processo regulatório. Mas a regulação é meio", descreveu Simões.
A parceria segue também no destino dos pacientes, completando todas as etapas de atendimento da saúde. "Nós também queremos fazer o compartilhamento com a Capital de melhorias na rede assistencial propriamente dita, ou seja, dos prestadores hospitalares, qualificar melhor o número de leitos e os leitos de especialidade na rede prestadora", disse.
Segundo o secretário, a rede hospitalar que atende o Estado conta com hospitais como a Santa Casa, o HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul), o Hospital do Pênfigo e o Hospital São Julião.
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