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Cidades

Hospitais terão que criar núcleos para monitorar e informar motivo das mortes

Grupo de trabalho também vai avaliar os casos suspeitos e mortes que ocorreram na unidade

Por Leonardo Rocha | 05/08/2020 09:20
Hospeital Regional de Mato Grosso do Sul, em Campo Grande (Foto: Arquivo)
Hospeital Regional de Mato Grosso do Sul, em Campo Grande (Foto: Arquivo)

Os hospitais públicos e privados do Estado que tiverem leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) serão obrigados a dispor de um núcleo de vigilância epidemiológica, que vai monitorar e acompanhar os pacientes internados, em relação aos exames, tratamento e motivos do falecimento.

O núcleo será formado por funcionários da própria unidade. Precisa dispor de uma instalação no hospital com computador à disposição, para conduzir programas e sistemas de informação recomendados pelo Ministério da Saúde.

A resolução assinada pelo secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, destaca que um dos motivos para criação do núcleo é a necessidade de “respostas rápidas” em função do avanço da epidemia do novo coronavírus, em Mato Grosso do Sul.

Função -  Entre as atividades está monitorar os pacientes internados, para notificar os casos de doenças na unidade, realizar a investigação epidemiológica (doenças), recomendar a coleta de exames e testes, em casos de mortes “mal definidas”, assim como investigar estes casos específicos.

Caberá ao grupo de trabalho monitorar o número de mortes e nascidos na unidade, atualizar o sistema de dados, assim como acompanhar o resultado de exames dos pacientes (laboratórios), até para realização de medidas preventivas no hospitais, em casos de doença contagiosa, como a covid-19.

Também deve elaborar o “perfil” das mortes na unidade, com a intenção de ajudar na gestão do hospital e das autoridades de saúde pública, divulgando boletins periódicos sobre os casos acompanhados.


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