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Cidades

Saúde quer levar vacinas contra covid a adolescentes em escolas de MS

Estuda-se levantar quais jovens ainda não se vacinaram, para que equipes façam busca ativa em escolas

Por Guilherme Correia | 04/10/2021 12:11
Aluna vai à escola estadual em Mato Grosso do Sul; aulas voltaram 100% nesta segunda-feira. (Foto: Marcos Maluf)
Aluna vai à escola estadual em Mato Grosso do Sul; aulas voltaram 100% nesta segunda-feira. (Foto: Marcos Maluf)

Em coletiva nesta manhã (4), o secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, defendeu a imunização de crianças e adolescentes contra a covid-19 e afirmou que as secretarias de Educação e Saúde estudam fazer uma busca ativa dos jovens que ainda não tenham se vacinado, levando imunizantes às instituições de ensino estaduais.

“É importante que os adolescentes estejam vacinados. Estamos em parceria com a Secretaria Estadual de Educação e vamos levar vacinas através dos municípios nas escolas”.

Ao Campo Grande News, o titular da SES (Secretaria Estadual de Saúde) detalha que está em conversa com a SED (Secretaria Estadual de Educação), para que seja feito um levantamento em todas as escolas vinculadas a REE (Rede Estadual de Ensino), para encontrar quem ainda não tenha se protegido.

“Muitos adolescentes estão trabalhando. Estão indo atrás dos que abandonaram as escolas. As escolas estão indo atrás, nas salas de aula.”

Resende exemplifica que as escolas receberão equipes de vacinação, quando houver potenciais adolescentes sem vacina, para que o Estado "continue na primeira colocação" de estados que mais vacinam e, consequentemente, "evitar que morra mais pessoas".

Educação - As escolas estaduais voltaram com toda a capacidade permitida para alunos. Ou seja, não há mais restrições de lotação. Medidas básicas como higienização, distanciamento de mesas e uso obrigatório de máscaras seguem vigentes.

Na semana passada, em coletiva, o secretário-adjunto de Educação, Edio de Castro, pediu que os gestores educacionais tivessem "bom-senso" para exigir o retorno de alunos, de forma gradativa. Além disso, questionado sobre, ele não chegou a definir algo sobre uma eventual leva de vacinas às escolas, mas não descartou a hipótese.

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