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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

27/02/2015 18:48

Acadêmicos de Direito fazem novo protesto contra aumento da mensalidade hoje

Mariana Rodrigues
Os protestos começaram  com os alunos do curso de Medicina, que chegaram a fechar a rua Ceará em frente a instituição. (Foto: Marcos Ermínio) Os protestos começaram com os alunos do curso de Medicina, que chegaram a fechar a rua Ceará em frente a instituição. (Foto: Marcos Ermínio)

Os acadêmicos do curso de Direito da Uniderp Anhanguera, vão se reunir às 19 horas desta sexta-feira (27), em uma manifestação em frente a reitoria da instituição contra o reajuste de 12% a mais cobrado no valor das mensalidades deste ano. Os protestos começaram com os alunos do curso de Medicina, que chegaram a fechar a rua Ceará em frente a instituição contra o aumento abusivo.

O aumento representa o dobro da inflação acumulada nos últimos 12 meses e está acima do autorizado pelo MEC (Ministério da Educação). O FIES (Financiamento Estudantil), foi reajustado em 6,4%, e não cobre o valor total da mensalidade, desta forma as alunos teriam que desembolsar a diferença.

Em protesto, os acadêmicos de Medicina impediram o funcionamento do DCA (Departamento de Controle Acadêmico), durante toda a quarta-feira (25), e chegaram a ser ouvidos pela reitora Leocádia Aglaé Petry Leme, porém o reajuste foi mantido.

Entre os pedidos dos estudantes está a apresentação da planilha e custos da instituição que deve justificar os valores praticados na mensalidade do curso, e a diminuição do valor da mensalidade.

Sérgio Mauro Garcia Sucker, de 23 anos, aluno do 10 semestre do curso de Direito, relatou que os alunos só conseguem acessar a área acadêmica aceitando a dívida. "Quando entramos na área acadêmica aparece um contrato, e não conseguimos movimentar nada se não aceitarmos esse contrato que gera a dívida", comentou.

Antes da confusão, no início do ano, recém-aprovados pediram explicações acerca dos aumentos da faculdade na secretaria da universidade, mas, além de terem as informações negadas, não conseguiram acesso às planilhas de custos da instituição, dados que não podem ser negados, segundo o Código de Direito do Consumidor.



Só esqueceram de mencionar que eles divulgaram em rede social que iriam parar a rua Ceará e fechar os principais portões de entrada da universidade com cadeados, assim como fizeram no DCA. Impedindo que as pessoas entrem ou saiam da instituição.
Como acadêmicos de Direito será que eles nunca ouviram falar no direito de ir e vir de qualquer cidadão???
Apoio qualquer forma de protestar desde que seja saudável e não desrespeite os direitos das outras pessoas que nao tem nada a ver com seu problema...
 
adri em 27/02/2015 20:13:20
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