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Cidades

Acampados na UFMS, acadêmicos ampliam as reivindicações

Redação | 09/08/2008 11:49

Cerca de 40 acadêmicos permanecem acampados em frente a reitoria da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e pretendem manter a ocupação até que o reitor Manoel Catarino Peró aceite nova rodada de negociação pela mudança no sistema de votos para eleição de reitor.

A representavidade é pequena, mas não falta reclamação. As eleições são apenas o ponto de convergência de outras reivindicações dos universitários da UFMS.

O representante do DCE de Três Lagoas, Shesman Campache, acha que a luta pela paridade é um sinal do retomada do movimento estudantil. "A apatia está sendo rompida aos poucos. Embora tenham motivações diferentes, outras iniciativas bem sucedidas, como o que ocorreu na UNB (Universidade de Brasília), influenciam. Enfrentamos uma crise com falta de professores, com a universidade usando professores voluntários, gente que acaba de se formar, porque se não ninguém conclui os cursos".

Na quinta-feira os alunos sofreram derrota em suas reivindicações pelo voto paritário para a escolha do reitor. Os estudantes queriam também que o Colegiado Eleitoral, composto por 104 pessoas, fosse o responsável pelo processo eleitoral. Mas o Colegiado Máximo, com 41 membros, sendo três acadêmicos, conduzirá o processo.

O estudante de Ciência da Computação, Cauan Cabral, membro da comissão de negociação, afirma que a mobilização tem objetivo de chamar atenção para crise que a universidade enfrenta. "

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