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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

21/07/2013 14:48

Auditoria contesta denúncia de gasto exorbitante em gasto com limpeza

Viviane Oliveira

O contrato firmado pelo Hospital Regional de Mato Grosso do Sul Rosa Pedrossian com a empresa Vyga, de R$ 15 milhões mencionados pela CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Saúde, correspondem valor previsto para 24 meses. O custo médio seria de R$ 625 mil por mês, segundo levantamento da Auditoria Geral do Estado.

De acordo com deputado, o hospital teve aumento de 130% nos gastos com limpeza, de R$ 6,8 milhões, em 2011, para pouco mais de R$ 15 milhões ao longo deste ano. Os comprovantes de execução financeira levantados por auditores do Estado mostram que o valor liberado no início da assinatura do contrato em novembro de 2011 e o pago neste mês, sofreu correção de 25%. Este reajuste está dentro dos limites autorizados pela Lei de Licitações, pois a prestadora contratou mais 29 funcionários.

A auditoria, que levantou que todos os pagamentos efetivados mês a mês em favor da Vyga Prestadora, mostram que a empresa começou recebendo R$ 570 mil por mês, quando foi assinado o contrato e hoje fatura bruto R$ 714.948,91, valor pago no último dia 3 de julho, conforme levantamento divulgado hoje pelo Jornal de Domingo. 

A terceirizada venceu em outubro a licitação para executar a empresa do hospital que exige uma estrutura permanente de pessoas, 24h por dia. O contrato foi assinado em 4 de novembro de 2011. A empresa assumiu o serviço recebendo por mês R$ 570 mil, que corresponde 6,9 milhões ao longo de um ano.

Em março do ano passado, foi assinado um contato aditivo de 3,07%, porque a Vyga passou a fazer poda de árvores e manutenção dos canteiros do pátio do hospital – serviço que não estava previsto no contrato original – o que exigiu o contrato de mais sete funcionários.

Em outubro do ano passado foi assinado o termo aditivo que prorrogou por mais 12 meses o contrato, dentro das mesmas bases financeiras e estrutura de pessoal. Já em março deste ano, o hospital requisitou a implantação do serviço, o que exigiu da empresa a contratação de mais 22 funcionários, o que subiu de 175 para 197. 



então né leitor André Santos, AUDITORIA FRACA. Isso porque no Diario Oficial do Estado foi publicado a comissão formada com o intuito de analisar contratos, convênios etc, onde, nada mais nada menos, integram a equipe 03 servidores que ocupam cargos de ADVOGADO, AUDITOR E PROCURADOR DO ESTADO, respectivamente!!! para confirmar: DOE DE 11JUL13, PG 03.
 
Thelma Alves Bernardes em 23/07/2013 08:43:33
esse aditivo contratual esta irregular, quem é da licitação contratos e jurídico sabe que não se pode aditar cláusulas contratuais no quesito alterar objeto do contrato, ou seja neste caso poderia até aumentar quantidade de metros na limpeza, mas não poderia inserir novo serviço diferente do inicialmente pactuado que era limpeza do prédio. Totalmente irregular isso, não é justo isso, teria que abrir licitação para que outras empresas pudessen concorrer entre si, talvez até com preço bem menor que esse aditivo.Deve abrir PAD para apurar quem é culpado pelo aditivo de responsabilizar tal pessoa, e imediatamente ver qual o prejuízo causado ao erário, pois pode ter outra empresa que fizesse tal trabalho com preço menor já que teria que fazer uma outra licit. c/objeto diferente. AUDITORIA FRACA
 
andre santos em 21/07/2013 22:38:21
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