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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

06/02/2009 11:01

Auto-escolas atribuem reprovações a descontrole de aluno

Redação

O presidente do SindiCFC (Sindicato dos Centros de Formação de Condutores), Wagner Roberto Prado, disse hoje que o principal motivo para o alto índice de reprovação está relacionado ao estado emocional dos candidatos a motorista.

Ele admite que o Detran (Departamento de Trânsito de MS) faz cobranças corretas para a formação de bons condutores. Entretanto, justifica que o nervosismo na hora da prova pode colocar tudo a perder.

"Não é que todos os alunos estejam mal preparados, é que na hora da prova entra o lado emocional do aluno, ele fica abalado e não consegue realizar o que aprendeu", declarou, ressaltando que o problema das faltas dos candidatos no dia da realização das provas também tem penalizado as auto-escolas.

Segundo Wagner Prado, o Detran exige que o número de faltas não ultrapasse os 10%. Se isso acontecer três vezes consecutivas ou quatro intercaladas, o CFC é penalizado com 10 dias de suspensão.

Na segunda vez, a pena é de 20 dias, e, na terceira, a auto-escola é descredenciada. "No interior, onde os testes acontecem apenas uma vez por mês, isso acontece muito", observou.

De acordo com o sindicalista, as auto-escolas do interior estão pressionando para que o Detran reduza o índice de 60% de aprovação mínima nas provas.

Mesa redonda para discutir o assunto vai ser realizada hoje, às 15h, dentro do I Fórum Estadual dos Centros de Formação de Condutores.

No meio do ano, o sindicato pretende promover um seminário para debater este e outros temas, como o aumento da carga horária para aulas teóricas e práticas, e todas as conseqüências da resolução 285, que envolve a mudança nas aulas de motocicleta. Agora, elas deverão ser ministradas nas ruas, e não mais no pátio do Detran.

Digital -A resolução 285 do Contran também determina a utilização do scanner biométrico, equipamento que certifica a realização das aulas práticas pelas auto-escolas.

Instrutor e aluno cadastram suas digitais no Detran e, no momento da aula, utilizam o equipamento, inserem a quilometragem e assim a fiscalização pode ser realizada.

Entretanto, segundo o presidente da Federação Nacional das Auto-escolas, Magnelson Carlos de Souza, o Detran de Mato Grosso do Sul, a exemplo da maioria, ainda não implementou o sistema, mesmo sendo determinado por Lei.

De acordo com ele, o Departamento de Trânsito local se comprometeu em instalar o sistema no mês passado, mas até agora não foi implantado.

Ele também revelou que o custo do equipamento para as auto-escolas não é alto. Em São Paulo, por exemplo, custa em torno de R$ 500.

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