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Campo Grande, Domingo, 21 de Abril de 2019

29/10/2018 11:59

Adolescente de 17 anos que morreu em acidente foi arrastada por 44 metros

acidente aconteceu na madrugada de domingo (28), na Avenida Júlio de Castilho, na Vila Sobrinho, região oeste da cidade

Viviane Oliveira
Cintia Raquel sofreu traumatismo craniano e morreu no local  (Foto: Reprodução Facebook)Cintia Raquel sofreu traumatismo craniano e morreu no local (Foto: Reprodução Facebook)

A fotógrafa Cíntia Raquel Arguelo da Silva, 17 anos, que morreu em acidente de trânsito foi arrastada por 44 metros do ponto de colisão. O acidente aconteceu na madrugada de domingo (28), na Avenida Júlio de Castilho, na Vila Sobrinho, região oeste de Campo Grande. A jovem foi sepultada nesta manhã no cemitério Jardim da Paz.

Conforme boletim de ocorrência, Cíntia era passageira de uma motocicleta Honda conduzida por Bruno Vinícius Pereira da Costa, 19 anos. À polícia, o rapaz contou que foi desviar de um gato na rua, quando perdeu o controle da direção e colidiu contra o meio-fio do canteiro central da via. Ele sofreu ferimentos leves e foi socorrido pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) para uma unidade de saúde da região.

Cíntia sofreu TCE (Traumatismo Craniano Encefálico) após bater a cabeça no poste metálico de energia elétrica e ser arrastada por 44 metros. Ela morreu no local. Segundo apurado pelo Campo Grande News, o rapaz não apresentava sinais de embriaguez, mas seguia a mais de 100 km/h quando aconteceu o acidente. O caso foi registrado na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Centro.

Apreensão - Um homem de 49 anos teve o celular apreendido fazendo imagens do corpo da jovem durante trabalho da perícia técnica. Ele pode responder por vilipêndio a cadáver - crime contra o respeito aos mortos, previsto no artigo 212 do Código Penal Brasileiro. O ato de vilipendiar cadáveres pode ser punido entre um a três anos de reclusão e pagamento de multa.

Um dos casos de maior repercussão nos últimos anos de vilipêndio a cadáver foi do cantor Cristiano Araújo, morto em um acidente de carro, em Goiás, em 2015. A Polícia Civil do Estado indiciou três pessoas pelo registro de imagens do corpo do artista durante a preparação para o velório. Os indiciados foram dois técnicos da clínica que preparou o corpo, além de um estudante que recebeu e repassou as imagens.



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