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Campo Grande, Sábado, 22 de Setembro de 2018

03/02/2018 09:07

Agiota vítima de atentado passa por cirurgia e estado é grave

Salem Pereira Vieira segue internado no CTI da Santa Casa após ataque no qual foi atingido por pelo menos sete disparos de arma de fogo

Humberto Marques
Carro de Salém foi atingido por disparos durante atentado. (Foto: Bruna Kaspary)Carro de Salém foi atingido por disparos durante atentado. (Foto: Bruna Kaspary)

Vítima de um atentado na manhã desta sexta-feira (3) no Guanandi, em Campo Grande, Salém Pereira Vieira, 36, passou por cirurgia duranta esta madrugada e segue internado no CTI (Centro de Terapia Intensiva) da Santa Casa, em estado grave. Ele foi atingido por disparos de arma de fogo quando deixava o filho na creche e foi fechado por outro automóvel.

Salem passou por procedimento ortopédico no braço, por conta de fratura decorrente do impacto de um dos tiros. Ele já havia passado por outras intervenções na chegada à unidade de saúde, a fim de ser estabilizado e de ser avaliada a extensão dos ferimentos.

O atentado ocorreu por volta das 8h30 em frente a uma creche na rua Jaime Ferreira Barbosa, onde Salém havia deixado o filho momentos antes. Ao descer do seu carro, um Renault Logan, ele foi fechado por um VW Voyage (preto, placas não identificadas), de onde foram efetuados vários disparos contra a vítima. A mulher de Salém também estava no automóvel.

Após o ataque, o Voyage deixou o local. Viaturas do Corpo de Bombeiros e do Samu foram ao local prestar atendimento à vítima, que passou por drenagem de uma hemorragia no tórax.

“Golpe” – Salém teve o nome relacionado ao chamado “Golpe dos Cheques em Branco”, acusado de agiotagem. Ele teria participado de um esquema envolvendo a troca de cheques de terceiros, que teria contado ainda com o envolvimento do ex-prefeito Gilmar Olarte.

Em 2015, durante audiência na Justiça sobre o caso, ele bateu boca com Olarte, acusando o ex-chefe do Executivo de “171” –artigo do Código Penal que trata do estelionato– e revelou que sofria ameaças de morte. Do esquema, ainda participaria Ronan Feitosa, apontado como cúmplice de Olarte na troca de cheques e repasse do dinheiro a políticos, em troca de apoio à cassação do ex-prefeito Alcides Bernal (Progressistas).



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