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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

16/05/2014 11:52

Além do Paço, ponto facultativo encerra expediente na Saúde e Assistência Social

Aliny Mary Dias
Paço Municipal não tem expediente nesta sexta-feira (Foto: Marcos Ermínio)Paço Municipal não tem expediente nesta sexta-feira (Foto: Marcos Ermínio)

A decisão da Prefeitura em decretar ponto facultativo nesta sexta-feira (16) em razão das ações de depredação do prédio afetou não só o funcionamento do Paço Municipal, mas também da sede da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde Pública) e da SAS (Secretaria Municipal de Assistência Social).

Conforme publicação do Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande) desta sexta, a paralisação das atividades da Sesau situada na Rua Bahia não influencia o atendimento nas UBS (Unidade Básica de Saúde) e da rede socioassistencial.

Usuários que precisarem de serviços como a emissão do cartão SUS (Sistema Único de Saúde) devem procurar os postos de saúde da Capital.

O prédio da SAS, que também ficará fechada hoje, fica na Rua dos Barbosas, no bairro Amambaí.

Ainda segundo a publicação, a decisão do ponto facultativo é resposta às invasões do prédio da Prefeitura, por parte de grupo pró Alcides Bernal, que resultaram em boletins de ocorrência registrados na Polícia Civil.

No Paço Municipal, estão localizados o gabinete do prefeito, Cecom (Central de Compras), Sedesc (Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Turismo e do Agronegócio), Secretaria de Governo, Seplanfic (Secretaria de Planejamento, Finanças e Controle) e parte da Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano).

Reviravolta – Por volta da meia noite de hoje, a liminar que dava ao prefeito cassado o direito de ser reconduzido ao cargo foi derrubada pelo Tribunal de Justiça. A liminar foi cassada pelo desembargador de plantão, Vladimir Abreu da Silva, que acatou pedido da assessoria jurídica da Câmara Municipal de Campo Grande

Com a decisão, Bernal ficou apenas oito horas no cargo de prefeito. Ele não conseguiu esquentar a cadeira, apesar dos ex-secretários terem assumido o comando das pastas e até humilhado os comissionados nomeados por Olarte.



Para reflexão: Tomara que Campo Grande, não sofra mais do que já sofreu, com a enxurrada de liminares que podem acontecer daqui para frente. O judiciário tem que pensar no bem coletivo e não num cidadão que teve tempo suficiente e demonstrou não possuir habilidade administrativa de prefeito para uma capital do porte de Campo Grande. Ficar um ano e três meses e não conseguir compor o quadro de secretários já diz tudo. Fora as "gafes" cometidas pelo ex-prefeito que fere a legislação vigente em gestão política e administrativa. Voltar esse camarada à condição de prefeito é decretar a falência de Campo Grande ao atraso total. Se a situação já não anda nada boa insistir para o que não deu certo, insistir para ficar, é falta de bom senso das autoridades para com seu povo que não merecem isso.
 
JOÃO ALVES DE SOUZA em 16/05/2014 13:48:11
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