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Capital

Alvo de ação, presidente da Seleta vai ao Gaeco prestar depoimento

Investigação mira em contratações fraudulentas de entidades, por meio de convênios com a Prefeitura de Campo Grande

Por Mayara Bueno e Yarima Mecchi | 13/12/2016 11:59
Presidente da Seleta chegou em um carro branco, mas não falou com a imprensa. (Foto: Yarima Mecchi)
Presidente da Seleta chegou em um carro branco, mas não falou com a imprensa. (Foto: Yarima Mecchi)

O presidente da Seleta Sociedade Caritativa e Humanitária, Gilbraz Marques, chegou por volta das 10h50 no Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), onde deverá prestar depoimento.

Assim com a Omep (Organização Mundial pela Educação Pré-Escolar), com a presidente Maria Aparecida Salmaze, o dirigente e a Seleta são alvos da Operação Urutau, que investiga crimes de lavagem de dinheiro, associação criminosa, falsidade ideológica e improbidade administrativa dos presidentes.

São 14 mandados de busca e apreensão de documento, três prisões temporárias e sete conduções coercitivas, quando são obrigados a depor, segundo o MPE-MS (Ministério Público Estadual de Mato Grosso do Sul), instituição a qual o Gaeco é subordinado. No entanto, o órgão não informa quem foi preso e nem quem é o alvo das conduções coercitivas.

O esquema teria ocorrido nas contratações de funcionários por meio de convênios mantidos com a Prefeitura de Campo Grande. A situação, inclusive, está na Justiça, que já constatou uma série de irregularidades, como funcionários fantasmas e pessoas que recebiam salários diferentes mesmo exercendo funções iguais.

Ainda há outras ilegalidades, conforme apontou o MPE, em outra ação. A alegação é que as entidades excederam a margem de contratação permitida por meio de convênios, contratando pessoas que sequer trabalhavam nas repartições públicas, mas que eram pagas com verba pública.

Gilbraz chegou na sede do Gaeco, no Parque dos Poderes, em um carro Gol Branco, no banco da frente. Não parou para falar com a imprensa, entrando na garagem da sede.

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