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Campo Grande, Quinta-feira, 18 de Outubro de 2018

26/01/2014 17:38

Ameaça de “rolezinho” não emplaca e campo-grandense prefere diversão

Vinícius Squinelo
Próximo ao shopping, terminal de transbordo estava praticamente deserto (foto: Simão Nogueira)Próximo ao shopping, terminal de transbordo estava praticamente deserto (foto: Simão Nogueira)

A convocação para o “rolezinho” de hoje (26) no Shopping Campo Grande não emplacou, e o campo-grandense preferiu curtir a família ou os parques da cidade. As explicações são as mais variáveis, porém muitos disseram temer a violência.
Nos terminais de ônibus e no centro da cidade o movimento foi o mesmo, e nada de muita gente indo para o “rolezinho”, marcado para às 16h20.

Com o perfil dos participantes do movimento, a jovem estudante Daniele Alves, 17 anos, afirmou que tem medo de participar do “rolezinho”. “A gente vê as notícias e fica com medo da violência, prefiro curtir um pouco a vida, e ir passear”, comentou.

No Terminal Morenão, por exemplo, o movimento foi o mesmo de todos os domingos, segundo funcionários do local. Um guarda municipal escalado para a segurança informou que não ocorreu nenhum problema neste domingo.

Já no Terminal de Transbordo do Hercules Maymone, próximo do Shopping Campo Grande, três pessoas esperavam a condução, e apenas uma para ir ao shopping. Situação semelhante ao centro da Capital, praticamente “deserto”.

Estudantes, Daniele e Eduardo dizem ter medo de movimento (foto: Simão Nogueira)Estudantes, Daniele e Eduardo dizem ter medo de movimento (foto: Simão Nogueira)
Helena afirmou que prefere curtir o domingo, do que participar do rolezinho (foto: Simão Nogueira)Helena afirmou que prefere curtir o domingo, do que participar do "rolezinho" (foto: Simão Nogueira)

Mais receio – Por preferência, a servidora pública Helena Maria Pereira, 40, afirmou que não vai ao “rolezinho”. “Fico preocupada com a segurança, e também já sei o que vou fazer hoje, estou indo é dançar”, contou.

Mesmo não indo dançar, o estudante Eduardo da Silva, 15, também tem outros planos para o domingo. “Vou para algum parque da cidade, nada de rolezinho, não gosto disso não”, contou,

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RECADO A TODOS OS LEITORES. Acho que por ser uma pessoa de estatura pequena, já fui assaltado 2 vezes ao caminhar em Campo Grande há 3 e há 9 anos atrás e por menores armados. Neste sentido, quero só chamar atenção ao fato de que é justamente esse perfil de menor inconsequente, que não conhece mais sinalizações de limites, que vem assaltando e até matando ao longo destes anos várias pessoas da idade deles ou pessoas que até deixaram família desemparada. Um exemplo recente foi o caso do comerciante que reagiu ao assalto no início deste mês e foi assassinado por menor. Direitos humanos são importantes, assim como os limites e os bons valores, em memória dos que se foram e dos que estão vivos. Ética, respeito e vida.
 
Fernando Giardino em 27/01/2014 00:56:48
Ponto para sociedade sul mato-grossense!!
 
gladis alaia em 26/01/2014 18:27:05
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