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Capital

Após chuva, bairro tem erosão e pé de cedro no meio do caminho

Por Christiane Reis | 10/12/2016 11:59
Rua Jerônimo de Albuquerque ficou com muitas erosões. (Foto: Marcos Ermínio)
Rua Jerônimo de Albuquerque ficou com muitas erosões. (Foto: Marcos Ermínio)

Quem mora no Bairro Nova Lima tem muitas dificuldades de transitar pelas ruas após os dias de chuva. Neste sábado (10), o cenário por ali é de bueiros entupidos, ruas com muita areia, erosões formadas pela enxurrada e até um pé-de-cedro caiu, obstruindo a passagem dos moradores.

A Rua Jerônimo de Albuquerque está com muita erosão. Os carros têm dificuldade para passar e os ônibus precisam mudar o itinerário, o que causa transtornos aos moradores. “Cada motorista desvia por uma rua e nós ficamos prejudicados sem saber onde o ônibus vai passar”, reclama a dona de casa, Jéssica Silva de Souza, 24 anos.

Para a cabeleireira Virgínia Lane Cisz, 44 anos, é difícil saber o que é pior. “Antes da erosão essa rua aqui era pista de corrida, os motoristas passavam em alta velocidade de a poeira era impossível”, contou. Na opinião do também cabeleireiro, Osvaldo César Martinez, 39 anos, o ideal seria asfaltar a rua. “Aqui é problema o ano todo”.

O pé de cedro está atravessado no meio da rua. (Foto: Marcos Ermínio)
O pé de cedro está atravessado no meio da rua. (Foto: Marcos Ermínio)
No chamado 'corredor' areia e poças d'água, após a chuva. (Foto: Marcos Ermínio)
No chamado 'corredor' areia e poças d'água, após a chuva. (Foto: Marcos Ermínio)

Perto dali, na mesma rua mas na esquina com a Dom Sebastião Leme, um pé de cedro foi totalmente derrubado pelo vento. “Aqui carro não passa, eu cedi o terreno para um vizinho colocar o maquinário dele, mas agora tem de ficar tudo na rua”, contou o aposentado WaldirQruki, 70 anos. Ele estima que a árvore tinha pelo menos 15 anos.

Já a Rua Marquês de Erval, chamada pelos moradores de 'Corredor', está com muita areia, o que torna a via perigosa para tráfego, mas o maior problema, segundo o aposentado Miranda Fagundes Malta, 67 anos, é durante a chuva. “Isso aqui alaga de um jeito que torna impossível continuar aqui. Eu pretendo me mudar assim que terminar meu contrato de aluguel. Os bueiros estão todos entupidos”, disse.

Ele contou que chegou a pensar em abrir um sacolão no local, “mas realmente já desisti da ideia”, disse Miranda Malta. A reportagem tentou contato com a Prefeitura para saber se há previsão de melhorias para o bairro, mas até o término deste texto não obteve retorno.

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