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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

14/05/2014 22:55

Após transtornos no HU e três cirurgias, bebê é operado e passa bem

Alan Diógenes
Lucinei que estava voltada na tarde de hoje,  agora respira aliviada. (Foto: Lidiane Kober)Lucinei que estava voltada na tarde de hoje, agora respira aliviada. (Foto: Lidiane Kober)

A operadora de máquina agrícola, Lucinei Navarro Videira, 41 anos, mãe do bebê que fez três cirurgias, após os médicos do HU (Hospital Universitário) não localizarem cateter para implantar na criança, informou na noite desta quarta-feira (14), que seu filho está bem. Depois de encontrar um cateter, os profissionais conseguiram realizar a cirurgia, e o bebê já passou pela primeira hemodiálise sem sofrer nenhum tipo de problema.

Lucinei conta que o bebê ainda permanece na CTI (Centro de Tratamento e Terapia Intensiva) Pediátrico em estado de observação, mas a pior parte já foi superada pela família. Após passar por transtornos para salvar a vida do filho, ela agradece aos médicos e à imprensa que deram total apoio à sua situação. “Agradeço aos médicos que não tiveram culpa da situação precária da saúde no Estado, e a imprensa que me deu voz para reclamar do meu caso. Se não fosse por vocês, meu problema não teria sido resolvido”, destacou.

Caso - O drama de Lucinei começou na semana passada, quando seu bebê passou pela primeira cirurgia, por ter um problema renal congênito, onde foi preciso implantar um cateter para tentar executar a função do rim. O problema é que a criança pegou uma infecção no hospital e precisou retirar o equipamento e colocar outro direto no coração para fazer a hemodiálise.

Por meio de raio-X foi constatado que o cateter não estava no lugar certo. Desta maneira, o médico que atendia o bebê teve que voltar ao hospital para realizar outra cirurgia. Na metade do procedimento, o especialista descobriu que não tinha disponível no hospital um novo cateter.

Só no início da manhã de hoje (14), que o hospital conseguiu uma nova peça. Entretanto, o problema já era outro, a unidade de saúde informou que não tinha médico para comandar o procedimento. Enquanto isso, o bebê está entubado e em coma induzido. Desesperada, Lucinei e o marido ameaçaram recorrer ao MP (Ministério Público) para implorar por ajuda.

Atitude radical que não teve necessidade, por que um médico foi localizado, a cirurgia foi feita e a família agora está aliviada. “Graças a Deus deu tudo certo. Sei que o caso dele ainda é grave, mas temos esperança de que ele vai se recuperar bem das cirurgias”, finalizou.



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