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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

19/03/2012 19:56

Após um ano, família de Brunão pede justiça com protesto na Afonso Pena

Jeozadaque Garcia e Francisco Júnior
Protesto reuniu dezenas de pessoas na boate onde Brunão foi morto; familiares pedem agilidade da justiça. (Foto: João Garrigó)Protesto reuniu dezenas de pessoas na boate onde Brunão foi morto; familiares pedem agilidade da justiça. (Foto: João Garrigó)

Familiares e amigos de Jefferson Bruno Escobar, o Brunão, morto após uma confusão no dia 19 de março do ano passado, realizaram um manifesto na noite desta segunda-feira (19) em frente a boate onde o segurança morreu para pedir justiça. Com faixas e camisetas com fotos e frases que remetem ao crime, eles cobram agilidade do Poder Judiciário.

“Até agora nada de concreto foi feito pela Justiça nesse caso. Hoje é um dia de muita revolta, de tristeza. Eu já perdi a alegria de viver e ainda não consegui refazer minha vida. Foi um ano de muita dor e sofrimento para toda a família”, lamenta o pai de Brunão, João Márcio Escobar.

O segurança foi morto após uma confusão dentro de uma boate localizada na Avenida Afonso Pena, em Campo Grande, quando retirava Cristhiano Luna de Almeida, de 23 anos, da casa noturna em que trabalhava, após ele ter se envolvido em uma confusão com um garçom no local.

Luna foi solto por determinação do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), mas tem que cumprir algumas regras, como não ingerir bebidas alcoólicas, não frequentar casas noturnas e clubes de luta e não chegar em casa após às 22 horas.

Um recurso impetrado pela defesa, para retirar as qualificadoras, será julgado no próximo dia 27.

A mãe de Bruno, Edcelma Gomes Vieira, disse que a morte do filho “é uma dor que nunca vai acabar”, e cobra também a condenação de Luna. “Espero que uma mãe nunca sinta a dor que eu sinto há um ano”, diz.

Prima de Brunão, a operadora de caixa Helena Escobar, de 35 anos, diz que “nada foi feito pela Justiça até agora”. Para ela, foi um ano de muita dor para toda a família.

“Jamais esperaríamos que uma coisa dessas acontecesse. Estamos indignados com toda essa inércia da Justiça”, critica.

Perdão - Após a morte do filho, João buscou conforto no espiritismo. Ele conta que já recebeu quatro cartas psicografadas por Brunão e, na última delas, o filho pediu para que ele perdoasse Luna.

“Na primeira carta eu vi que era meu filho, pois contou detalhes da vida, como éramos companheiros e relembrou algumas passagens”, conta. “Oro todas as noites, mas meu coração ainda não está pronto para perdoar”, finaliza.



marcos ferraz reze bastante para n acontecer com um filho, irmão, enfim, alguém próximo a vc o q aconteceu com o Brunão. Fatalidades acontecem claro, mas ali está claro que não foi o que ocorreu.
 
Moacyr Neto em 20/03/2012 09:09:58
cristhiano, eu sei que vc vai ser condenado de uma forma ou de outra,essa dor que minha familia ta sentindo nao vai passar nunca, pode amenizar quando vc for condenado,com essas restricoes da justica vcta bem tranquilo,mas isso vai acabar porque o promotor vai "fritar vc"no tribunal do juri,falar em juri , nao se esqueca que vc vai a juri popular,ai!! restricoes so na cadeia .
 
junior celso gomes vieira em 20/03/2012 08:38:44
O que se faz em vida se paga em Vida...Lugar de bandido é na cadeia!
 
karen Alice em 20/03/2012 08:30:40
espiritismo agora, vixi só por deus. um caso isolado onde o réu estava apanhando de um monte de cavalão e aconteceu uma fatalidade, i continuou acontecendo a amesma coisa nessa boate, torço para q ele seja absolvido e nunca mais va nessas bagunças, portanto vai a um juri popular e a população vai pensar assim. obs; n o conheço.
 
marcos ferraz em 19/03/2012 08:55:27
João, se apegue a Deus, pois te dou a certeza que ele lhe dará o conforto que precisa. Deus irá preencher este vazio que está no seu coração.
abraço.
 
Adenilson José Rebeque em 19/03/2012 08:23:46
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