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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

04/05/2014 09:05

Assaltos preocupam e alunos cobram posto policial perto de universidade

Francisco Júnior e Paulo Francis
Local onde aconteceu a maioria dos assaltos. (Foto: Cleber Gellio)Local onde aconteceu a maioria dos assaltos. (Foto: Cleber Gellio)

Uma onda de assaltos na região da avenida Gury Marques, na saída para São Paulo, tem assustado estudantes do Centro Universitário Anhanguera de Campo Grande. Segundo os alunos ouvidos pelo Campo Grande News, nos últimos dias foram várias ocorrências.

A acadêmica de Enfermagem, Elisabeth Ajala, 20 anos, foi uma das vítimas. No último dia 22, por volta das 18h30, ela foi abordada por dois rapazes quando chegava na faculdade. “Eu tinha acabado de estacionar quando eles me empurraram e anunciaram o assalto”, conta. Na ocasião, a dupla roubou a bolsa dela, um aparelho celular e fugiu levando o veículo.

No mesmo dia, por volta das 22h45, horário de saída dos alunos, duas estudantes também foram assaltadas. Elas estavam em um ponto de ônibus na Avenida Gury Marques. “Eu estava com a minha namorada quando os dois meninos chegaram e pediram nossos celulares”, relata a estudante de Fisioterapia, Ellen Caroline, 20 anos.

Se não bastasse o assalto, Ellen afirma que tornou a ver os homens que a assaltaram rondando a região da universidade . “Eles estavam atrás de um carro ao lado da Unaes”, diz.

Conforme a estudante, uma mulher foi estuprada no ano passado próximo a faculdade. “As autoridades estão esperando morrer alguém para tomar uma providência”, alerta. Ela afirma que depois do caso do estupro, policiais militares fizeram rondas durante duas semanas e depois pararam. “Nós queremos um posto policial ou um policial à paisana durante a entrada e a saída dos alunos”. 

Para piorar a situação, ao lado da universidade tem uma construção abandonada que, segundo os estudantes, serve de refúgio para os bandidos. "É preciso que algo seja feito urgente para coisa pior não acontecer", acrescenta Ellen.

O comandante Geral da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, coronel Valter Godoy Rojas, informa que o planejamento para o policiamento da cidade já foi definido e que a partir da próxima semana as rondas irão se intensificar na região, inclusive com a participação de policais da Tropa de Choque. 

 

 

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Sou acadêmica nessa universidade e conforme reportagem somente houve policiamento quando assassinaram os dois universitários durante mais ou menos pelo período de quase dois meses, quando o caso começou a ser esquecido, o policiamento diminuiu até não aparecerem mais, o ponto de ônibus sentido terminal guaicurus, fica em um lugar escuro e longe do portão da faculdade, local onde já sofremos arrastões, até quando vamos ficar a mercê da violência???? Precisamos de uma solução urgente.
 
Naiara Ajala Strello em 05/05/2014 14:25:05
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