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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

28/07/2011 16:37

Assassino de mulher no Aero Rancho é condenado a 15 anos e 8 meses de prisão

Angela Kempfer

John Eder Matias da Silva, de 21 anos, foi condenado hoje a 15 anos e 8 meses de prisão pelo assassinato de Helen Neres Nunes, 30 anos. O crime ocorreu em 14 de março de 2009, no Aero Rancho.

Ele terá de cumprir a pena em regime fechado. John confessou o homicídio, mas disse que matou Helem porque achou que ela o havia roubado.

O caso é mais uma tragédia causada pelo uso de drogas em Campo Grande. O homem contou que estava sob o efeito de pasta-base de cocaína e bebida alcoólica no momento do crime.

Segundo a família de Helen, ela abandonou tudo por conta da dependência química, até a filha.

Depois da morte, a família chegou a divulgar uma carta onde contava que a droga Helen à morte. O irmão relatou que antes do vício, ela era uma pessoa alegre, bem informada e cuidava da filha, até então com quatro anos.

Depois que passou a fazer uso de pasta base de cocaína se tornou outra pessoa. Diante disso, a família sabia dos riscos que ela corria, mas não imaginava que pudesse ser morta de forma tão cruel.

Na audiência de hoje, sob olhares dos parentes e amigos de Helen, o assassino contou que foi em casa pegar dinheiro para usar mais pasta-base na companhia dela, mas quando voltou percebeu que não estava com o dinheiro. "Na hora eu achei estranho. Eu pensei que ela tinha me roubado”, disse o rapaz relatando que depois de matar Helen encontrou as cédulas na roupas dela. “Cai em cima dela porque estava muito bêbado”, contou o assassino hoje, durante audiência no Fórum de Campo Grande.

Ele afirmou ainda que foi a vítima quem propôs manter relação sexual com ele em troca de drogas. “Foi ela que se ofereceu para mim. Eu poderia ter qualquer mulher que estava na casa. Ela me convidou porque eu estava com dinheiro”.

De acordo com a denuncia do MPE (Ministério Público Estadual), o crime ocorreu depois que a vítima se recusou a fazer sexo com o acusado. Ao ser indagado pelo promotor Fernando Martins, John Eder confessou que estuprou Helen duas vezes, depois que a jovem estava agonizando.

“Dei uma gravata nela e ela caiu no chão. Ela ficava fazendo uns baralhos estranhos. Ela estava soltando ar”.

Para matar a mulher, o réu utilizou uma pedra de 15 quilos. “Eu joguei a pedra para cima, ela bateu na árvore e acertou o rosto da vítima”, afirmou o rapaz negando que tenha jogado o artefato sobre a face da vítima.

O corpo foi encontrado dois dias depois do assassinato.



Ir para que? Para sofrer tudo de novo, e para ver a cara de um sujeito que matou uma pessoa que você amava? 15 anos eu acho pouco demais, uma pena perpetua ou pena de morte seria o ideal.. Mas ainda terá a justiça Divina e essa sim vai valer mais!
 
Carolina Nunes em 01/08/2011 12:38:47
Realmente não havia nenhum membro da família da vitima (Helen), na Sessão do Tribunal do Júri que condenou o réu. Sabíamos do julgamento, pois acompanhamos pelo portal do Poder Judiciário de MS todo o desenrolar do processo, além de ter participado de audiência de instrução, e fui avisado pelo Ministério Público na véspera do julgamento sobre a data, local e horário. Por outro lado fomos representados por um amigo da família que também é advogado, que compareceu a sessão a pedido de sua prima, que por sua vez é minha sóbria (filha do meu irmão mais velho). Que logo em seguida ao termino do julgamento nos informou dos fatos, logo indiretamente estávamos presentes.
Quanto a ir ou não, decidimos não ir, depois de discutir e ponderar sobre o assunto, por acreditar ser muito doloroso reviver tudo novamente, principalmente para nossa Mãe. E isso não significa indiferença com o caso, alias acreditávamos plenamente na condenação e no trabalho do ministério público.
 
Eliano Neres Nunes em 30/07/2011 01:07:57
sou primo do reú e estava no julgamento ñ tinha mesmo niguem da familia ou amigos da vitima no local felismete ele teve um caminho com drogas, foi dito que ele é um sociopata( psicopata) sem sentimento algum, descordo disso pois o conheço desde de pequeno isso foi um caso de drogas na vida de um rapaz bom, essa nossa sociedade deveria tomar serias atitudes em cima disso pois se nossa capital continuar assim como esta isso aqui ira ficar muito pior.
 
Douglas Santos em 29/07/2011 12:38:14
A família da Helen não estava presente, pois já sofremos muito com toda está situação, reviver tudo novamente´só nos provocaria mais sofrimento. Que fique somente as boas lembranças . Ele pode ficar preso por cem anos que não a trará de volta. E Deus queira que ele não volte a cometer outros crimes. È muito facil quem estar de fora julgar. A nossa famíla é do bem.
 
Eliciana Neres Nunes em 29/07/2011 10:49:43
Eu estava presente no julgamento e não havia. nenhum parente dela no local,
apenas parentes do réu.
 
jucimeire areco em 28/07/2011 10:38:36
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