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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

20/01/2016 17:38

Bernal minimiza "crise" com empresas e promete intensificar tapa-buraco

O prefeito assegurou que o serviço não será paralisado

Michel Faustino
Bernal minimizou crise e disse que serviço vai ser intensificado. (Foto: Michel Faustino)Bernal minimizou crise e disse que serviço vai ser intensificado. (Foto: Michel Faustino)

O prefeito de Campo Grande Alcides Bernal (PP) disse na tarde de hoje (20) durante solenidade de lançamento do programa de gerenciamento de plantões na área da saúde, que pretende acertar as pendencias financeiras com as empresas que fazem o serviço de tapa-buraco até o fim do mês. Ontem, representantes das empresas afirmaram que iriam paralisar os serviços no dia 01 de fevereiro, caso não houvesse uma definição quanto ao pagamento dos créditos acumulados nos últimos 60 dias, que somam mais de R$ 4 milhões.

“Hoje eu estive reunido com os representantes de todas as empresas e reiteramos que todos os serviços que foram executados serão pagos. As medições que foram concluídas estão em fase de encaminhamento de liquidação e até o fim do mês todos serão pagos. Inclusive, os serviços serão intensificados nesta semana”, comentou.

Segundo o prefeito, foi assegurado que os serviços serão mantidos, inclusive, as empresas se comprometeram a triplicar as equipes que devem estar nas ruas a partir de amanhã.

“Lamentavelmente, nossa cidade está cheia de buracos e precisamos agir de forma célere. Inclusive, vamos ter 16 equipes programadas para fazer os serviços a partir desta quinta-feira”, disse.

Pendências - Os diretores da Selco, Diferencial, Pavitec, Wala e Gradual reclamam que a situação financeira das empresas está insustentável, porque, além de não pagar as faturas anteriores à sua gestão, que somam R$ 11 milhões, o prefeito não honrou o compromisso, feito em novembro quando o tapa-buraco retomado, de manter em dia os pagamentos a partir de então.

Por conta desta situação, três das cinco empresas reduziram pela metade as equipe (de duas para um por região urbana), promoveram demissão é até agora não conseguiram pagaram os acertos dos trabalhadores. “Estamos sem créditos, com títulos protestados. Só conseguimos comprar o material à vista”,admite um dos empresários, que se mantém no anonimato porque teme represarias por parte da Prefeitura.

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Pesada, por conta desta situação, duas destas empresas (a Selco e a Pavitec) demitiram 47 funcionários que não receberam todos os seus direitos. “Vamos entrar na Justiça para pelo menos garantir o saque do Fundo de Garantia”, afirma o presidente do Sindicato, Walter Vieira dos Santos.

A Selco, por exemplo, que demitiu 22 funcionários (incluindo os da pavimentação e drenagem), deve a este pessoal R$ 120 mil. Outros 29 que atuam na construção de escolas, centros de educação infantil e unidades básicas de saúde, também estão desempregados e aguardam pelo recebimento das rescisões (em torno de R$ 300 mil).

“No caso da Proteco, que ficou fora do tapa-buraco, os 50 trabalhadores demissões já conseguiram sacar o FGTS, por força de medida judicial”, explica Walter, que na semana, em audiência com o prefeito Bernal,cobrou dele o pagamento das empresas. O prefeito teria dito que a situação seria regularizada em fevereiro, com o recebimento do IPTU/2016.

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