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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

13/10/2015 20:32

Bernal pede R$ 151 milhões e Moka admite dificuldade para liberar recursos

Flávio Paes
Petistas não participaram da reunião de Bernal com a bancada (Foto:Divulgação)Petistas não participaram da reunião de Bernal com a bancada (Foto:Divulgação)

Ao se reunir em Brasília com a bancada federal, o prefeito Alcides Bernal (PP) reivindicou apresentação de emendas ao orçamento da União de 2016 que somam R$ 151 milhões. Ele foi aconselhado pelo coordenador da bancada, senador Waldemir Moka , que opte pelas emendas individuais, já que via de regra, as emendas de bancadas o Governo Federal tem contingenciado, não liberando os recursos. Os três parlamentares do PT (Delcídio do Amaral, Zeca do PT e Vander Loubet), não compareceram, enviando representantes.

Moka explicou que a bancada dispõe de 15 emendas coletivas. Mas admitiu u que os recursos dessas emendas não têm sido liberados pelo governo. “O ideal seria o senhor (Alcides Bernal) pedir emenda individual a cada parlamentar, uma vez que as emendas coletivas não têm sido atendidas”, sugeriu.
O coordenador deu prazo até quinta-feira (15) para que os três senadores e os oito deputados apresentem propostas para investimento em 2016. As bancadas estaduais têm até dia 20 para entregar a lista com as 15 emendas coletivas à Comissão Mista de Orçamento do Congresso.

Ao contrário das gestões do PMDB, que davam prioridade aos projetos de infraestrutura, Bernal optou por ações na área de educação , R$ 21,31 milhões, sendo R$ 13 milhões para reestruturação de bibliotecas e R$ 8,32 para salas de aula digital, equipamento para os laboratórios de informática já existente na rede municipal.

O prefeito pleiteia recursos para um projeto bastante populista, o de construção de um restaurante popular para a região do Prosa e Anhanduizinho,  além da aquisição de patrulhas mecanizadas, construção e reforma de praças nos bairros Aero Rancho, Coophasul, Guanandi, Jardim das Hortências, Nova Lima, Monte Castelo e Jardim Nova Serrana.

O presidente da Santa Casa de Campo Grande, Wilson Levi Teslenco, que também participou da reunião, também apresentou propostas para investimento no hospital em 2016. De acordo com Teslenco, o objetivo é receber recursos para ampliação e compra de equipamentos em vários setores, estimados em R$ 26,16 milhões.

O dirigente afirmou que o hospital recebeu R$ 7,5 milhões de recursos federais em setembro, viabilizados pelo senador Moka. “Esse dinheiro chegou em boa hora, pois tivemos como melhorar um pouco nossa estrutura, especialmente quanto à melhoria dos equipamentos”, afirmou.



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