Operação mira administrador que desviou R$ 6 milhões de clínica de olhos
Com o dinheiro, homem comprou imóveis em três condomínios de luxo em Dourados; bens foram sequestrados
O funcionário de uma clínica particular de atendimento especializado de oftalmologia está sendo investigado pela Polícia Civil acusado de desviar pelo menos R$ 6 milhões da empresa. O crime ocorreu no período em que o homem de 39 anos trabalhava como administrador do hospital de olhos, em Dourados, a 251 km de Campo Grande.
RESUMO
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Um administrador de 39 anos é investigado pela Polícia Civil por desviar R$ 6 milhões de uma clínica oftalmológica em Dourados, Mato Grosso do Sul. Durante a Operação Ponto Cego, realizada nesta sexta-feira, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao suspeito. A investigação revelou que o acusado utilizou o dinheiro desviado para adquirir imóveis em três condomínios de luxo. Foram apreendidos documentos, dispositivos eletrônicos, objetos avaliados em R$ 200 mil e uma arma de fogo. O suspeito responderá por furto qualificado, falsidade ideológica, uso de documento falso e lavagem de capitais.
Nesta sexta-feira (6), policiais da 1ª Delegacia de Polícia Civil cumpriram mandados de busca e apreensão em endereços vinculados ao administrador. Documentos, dispositivos eletrônicos e objetos de valor foram apreendidos no âmbito da Operação Ponto Cego.
Também foram cumpridas as ordens judiciais de sequestro de bens, supostamente adquiridos com o dinheiro desviado. De acordo com o delegado Dermeval Neto, que coordena as investigações, entre os bens comprados pelo acusado com o dinheiro furtado estão imóveis em três condomínios de luxo de Dourados.
Conforme o delegado, as investigações começaram após a polícia tomar conhecimento de que o administrador do hospital desviou o dinheiro para suas contas pessoais e para comprar imóveis de alto valor.
Entre os materiais apreendidos durante as buscas estão objetos avaliados em pelo menos R$ 200 mil e uma arma de fogo. A polícia não informou se ele tinha porte e registro da arma.
O administrador é investigado por furto qualificado, praticado por várias vezes enquanto administrava a clínica; falsidade ideológica; uso de documento falso e lavagem de capitais. As Investigações continuam para identificar o patrimônio adquirido com o dinheiro desviado e possíveis outros envolvidos.

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