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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

02/09/2012 11:03

Caminhada contra a violência leva 2 mil para a Afonso Pena

Luciana Brazil e Mariana Lopes
Vestidos de branco, manifestantes saem para caminhada na Afonso Pena. (Foto: Minamar Junior)Vestidos de branco, manifestantes saem para caminhada na Afonso Pena. (Foto: Minamar Junior)

Cerca de 2 mil pessoas participam da caminhada da paz na avenida Afonso Pena, em Campo Grande, de acordo com a Ciptran (Companhia Independente de Policiamento de Trânsito).

A mobilização “Eu não quero ser o próximo” foi organizada na rede social Facebook. Os participantes seguirão até a praça Ary Coelho, no centro da cidade.

A manifestação surgiu após o sequestro e assassinato dos universitários Breno Luigi Silvestrini, de 18 anos, e Leonardo Batista Fernandes, 19 anos, na última quinta-feira (30) quando os jovens foram abordados na saída de um bar.

Os pais dos estudantes estão à frente da caminhada. A manifestação também levou para a rua autoridades como o juiz Odilon de Oliveira e o desembargador Eduardo Contar.

Jovens, a maioria que não conhecia os estudantes, foram os responsáveis pela organização. Entre eles, o clima é de revolta por um crime tão cruel. “Nós queríamos que tivesse essa proporção, mas não imaginava que teria tanta gente”, disse uma das mentoras da ação, Tainá Benato Flores, 19 anos.

A jovem explicou que a intenção da passeata é chamar a atenção para a falta de segurança pública. Frequentadora do bar 21, onde os jovens foram sequestrados, Tainá confirma que ao redor do bar é perigoso.

“Falta iluminação pública e segurança. Mas acredito que o pior problema é a impunidade. A lei não funciona no Brasil”.

No início da caminhada, os participantes deram aos mãos e rezaram a oração do pai-nosso. Muitos carregam cartazes pedindo o fim violência e clamando por paz.

Com uma pista interditada, a Agetran (Agência Municipal de Trânsito) organiza o fluxo de veículos no local.

Familiares de José Eduardo Menegat Tavares Manzione, 15 anos, que morreu no ano passado em um acidente de carro, na avenida Redentor, também participam da manifestação.



Benny, compreendo seu desbafo, mas esse crime chocou e foi bárbaro, não por que os jovens faziam parte de classe a ou b, e sim por serem seres humanos, por que o crime foi cometido de forma covarde e por motivo fútil e torpe e quando a sociedade não se indignar mais com esse tipo de violência, aí sim, é o fim para todos nós, bom senso pelo amor de Deus, sem discursos marxista de lutas de classe...
 
Marcia perreira em 04/09/2012 07:17:43
Quem gostou da iniciativa e quiser participar de iniciativas como esta, procurem o grupo no Facebook: Atitude Campo Grande
 
Wilame Morais em 02/09/2012 08:01:15
Campo Grande merece cidadãos que parem de se revoltar apenas com a morte de pessoas de alta classe, e comecem a se preocupar também com os que morrem todos os dias na miséria.
Chega de Hipocrisia !
 
Benny Paiva em 02/09/2012 02:34:49
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