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Capital

Chipas e guloseimas: Perto da maior escola, comércio revive com volta às aulas

“Fiquei feliz por sentir novamente esse movimento”, diz dona de padaria

Por Aline dos Santos e Cristiano Arruda | 26/07/2021 08:39
"Expliquei que tem que usar máscara, manter o distanciamento e usar álcool”, diz Deise. (Foto: Henrique Kawaminami)
"Expliquei que tem que usar máscara, manter o distanciamento e usar álcool”, diz Deise. (Foto: Henrique Kawaminami)

A volta às aulas trouxe um cenário que só era lembrança para comerciantes do entorno da escola Padre Tomaz Ghiraderlli, no Parque do Lageado, a maior de Campo Grande. Depois de um ano e quatro meses sem ensino presencial na Reme (Rede Municipal de Ensino), a segunda-feira ( 26) foi dia de rever os pequenos clientes, ávidos por balas, biscoitos e pirulitos.

Nelci Ramos, 64 anos, reabriu as portas da lanchonete hoje. “Eu tinha fechado. Não estava vendendo salgados, justamente porque o movimento caiu bastante. Mas voltei hoje acreditando na melhora. Aos poucos, estou sentindo que vai melhorar”, afirma a comerciante.

Nelci reabriu as portas de lanchonete : "Aos poucos, estou sentindo que vai melhorar". (Foto: Henrique Kawaminami)
Nelci reabriu as portas de lanchonete : "Aos poucos, estou sentindo que vai melhorar". (Foto: Henrique Kawaminami)

A clientela passou cedo pela padaria de Deise Martins, 40 anos. “Compraram balas, pirulitos e levaram todos os biscoitos. Fiquei feliz por sentir novamente esse movimento, que por conta da pandemia caiu bastante. Nosso bairro é simples e o movimento é essencial. Espero que aquela correria de antes volte”, diz.

Deise também aproveitou para alertar aos alunos sobre as medidas de biossegurança nesta pandemia. “Expliquei que tem que usar máscara, manter o distanciamento e usar álcool”.

Alexandre Martins planeja aumentar vendas de chipa com volta às aulas. (Foto: Henrique Kawaminami)
Alexandre Martins planeja aumentar vendas de chipa com volta às aulas. (Foto: Henrique Kawaminami)

Com a venda de chipa por R$ 1, Alexandre Martins, 40 anos, conta que o período sem aulas presenciais só não foi pior por conta do auxílio emergencial. “Vai melhorar bastante, eu vendo chipa a um real, às vezes a criança só tem 1 real e o pai acaba levando. É o que mais sai nesse período de aulas”, afirma o comerciante.

O retorno do ensino presencial é de forma escalonada, com revezamento entre os alunos e medidas de biossegurança.

Comércio de alimentos renasce no entorno de escola no Parque do Lageado. (Foto: Henrique Kawaminami)
Comércio de alimentos renasce no entorno de escola no Parque do Lageado. (Foto: Henrique Kawaminami)


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