A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

13/01/2014 19:57

Cliente acusa vendedor de mercado de racismo e caso acaba na delegacia

Vinícius Squinelo

Germano Rodrigues Lima, 51 anos, denunciou um vendedor por racismo na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do centro de Campo Grande. Segundo ele, a ofensa racial ocorreu na tarde de hoje (13), durante uma visita ao mercado.

Segundo informações policiais, Germano foi ofendido ao perguntar sobre uma promoção no Hipermercado Extra, da rua Antonio Maria Coelho, na Capital.

Germano informou à polícia que foi atendido por um vendedor chamado João Wagner, e questionou sobre os preços do produto em promoção, um óleo para veículo VW Santana. O funcionário teria respondido que o produto estaria em falta.

O cliente quis questionar sobre o preço, quando foi interrompido por João Wagner, que teria ainda falado “por isso que não gosto de brasileiro, tão pouco de preto”.

Germano chamou um dos gerentes do hipermercado, que se identificou apenas como Aldo, e novamente João Wagner teria comentado não gostar de brasileiros ou “pretos”.

Além do gerente, a funcionária Jaqueline Araújo teria presenciado a ofensa, que foi comunicada à gerência geral do estabelecimento.

Germano ainda comparecer à delegacia, onde registrou o caso como racismo.

O Campo Grande News tentou contato com o hipermercado pelos dois telefones oferecidos pelo site oficial da empresa, porém ninguém atendeu as ligações.

Confundido com ladrão, homem causa acidente e acaba agredido
Flávio Guimarães Fernandes, 39 anos, foi confundido com ladrão e agredido por moradores após se envolver em acidente. O caso aconteceu na madrugada d...
Sesau e SES recolhem quase 10 toneladas de lixo no Jardim Noroeste
A ação de recolhimento de lixo realizada em casas e terrenos baldios no Jardim Noroeste - bairro localizado na regiões leste de Campo Grande - somou ...
Apae recebe doação de brinquedos da campanha Compartilhe o Natal
Foi iniciado nesta segunda-feira (11) a entrega de brinquedos arrecadados na campanha "Compartilhe o Natal", realizado pelo Ministério Público Estadu...


Ele é negro, e não quer ser chamado e negro?
 
Marcelo abrão em 16/01/2014 17:35:00
Isso serve a todos nos, para saber que nos focos de tensão é melhor silenciar, e não discutir, pois as palavras faladas sem pensar, finalmente pesam muito.
 
Claudio Torres Fernandez em 15/01/2014 23:08:55
Uma visão Interna do acontecido.
Desde que eu trabalho com João nunca aconteceu nada parecido contra ninguém. Sou colega dele que pertence ao mesmo sector que ele(BAZAR), vejo ele todos os dias, conversamos ,de fato eu brigava com João porque constantemente ele acompanhava ao cliente especificamente onde estava o produto, era atencioso demais, tanto assim, que quando aconteceu o problema do óleo de carro, foi num sector que não lhe pertencia para atender, pois ele cuidava oficialmente do sector de camping,lazer e viagens.
Ele poderia ter chamado qualquer colega, ou chefe , mas não soube liderar a situação, absorveu a tensão do ambiente chato e sem pensar falou o primeiro que veio na sua cabeça...
 
Claudio Torres Fernandez em 15/01/2014 23:06:40
sera que esse vendedor naõ era brasileiro pra não gostar da propia raça devia de ser um ordinario eu sou brasileiro com muito orgulho parabens a este homem que teve a coragem de resistrar o caso racismo tem que dar cadeia
 
nelson da silva vieira em 15/01/2014 18:27:22
Falta de Respeito !!!
 
Tayná Melo em 15/01/2014 10:56:20
sempre assim funcionarios mal estruidos ao atender clientes.tratam a gente como se fosse nada mais esqueçem que a gente que pagam o salario deles tem sim que resgistrar b.o contra racismo meu foi por causa de uma agua e o senhor Germano Rodrigues Lima por causa de 1 oleo para motor.onde iremos parar.parabéns sr Germano Rodrigues Lima por ser coragem de denunciar e que denuncie sim quem sentir descriminado por injuria racial
 
daniel araujo em 14/01/2014 23:02:11
Ainda existe isso de racismo, e se chamar alguém de branquelo ??? Até o MEC usa o adjetivo



Ao se inscrever no ProUni 2014 primeiro semestre, o estudante poderá escolher até dois cursos diferentes, em ordem de preferência. Durante a inscrição, é preciso indicar a modalidade de concorrência e o tipo de bolsa que pretende alcançar. Existe reserva de vagas aos candidatos autodeclarados pardos, pretos e indígenas. Quem conseguir apenas bolsa parcial e não tiver condições de arcar com o restante das despesas, poderá recorrer ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
 
juraci callado em 14/01/2014 16:01:04
Não entendi ele dizer "NÃO GOSTO DE BRASILEIRO........", por um acaso ele tem sangue azul, é um lord, para mim não passa de um babaca ao fazer tal afirmação, principalmente na questão do cliente ser chamado de "preto". Tem sim que fazer um B.O e processá-lo na área civil.
 
Douglas Ruiz em 13/01/2014 21:27:48
Sou genuinamente brasileiro da raça indígena e aprendi que num gesto, num olhar ou numa fala de alguém mal intencionado posso determinar a pratica de racismo. Muitas vezes eu brinco com colegas: "E aí bugão, belê?!" nada a ver, mas se ouço alguém falar em tom baixo e pejorativo: "Iiiiiiiii, chegou um bugre!" aí sim é racismo.Ligo 190 e vai todo mundo pra delegacia. O que não posso exigir é que todos me amem, há aqueles que respeitam e realmente não gostam da raça, tá no coração, mas tem que respeitar! O fato da matéria me parece mais um caso pro PROCON resolver, já que um produto em promoção estava em falta não sendo essa a primeira vez que o tal EXTRA se mete em encrenca com o consumidor. Mas esse PROCON, também, hein?
 
samuel gomes-campo grande em 13/01/2014 21:17:14
Já era pra esse vendedor ter saído de camburão do mercado. Falta de respeito.
 
santos filho em 13/01/2014 20:35:28
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions