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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

20/01/2014 19:19

Com forte aparato policial, líderes de facções chegam ao Presídio Federal

Filipe Prado
Detentos foram transferidos do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luiz, no Maranhão (Foto: O Imparcial)Detentos foram transferidos do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luiz, no Maranhão (Foto: O Imparcial)
Eles chegaram às 18h no Presídio Federal de Campo Grande (Foto: Pedro Peralta)Eles chegaram às 18h no Presídio Federal de Campo Grande (Foto: Pedro Peralta)

Os detentos transferidos do Maranhão já estão na Penitenciária Federal de Campo Grande. Eles chegaram hoje (20), por volta das 15h. Os presos são considerados líderes de facções criminosas, transferidos do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luiz.

Os nove presos foram encaminhados em um avião da Polícia Federal. Eles aterrissaram por volta das 15h no Aeroporto Internacional de Campo Grande. Logo após foram para o Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal), para fazer o exame de corpo de delito.

Escoltados com forte aparato policial, eles chegaram ás 18h ao presídio. A transferência foi feita de acordo com as vagas disponibilizadas pelo Depen (Departamento Penitenciário Nacional), do Ministério de Justiça.

Entre os presos conduzidos para a penitenciária sul-mato-grossense, estão três que foram apontados como sendo os mandantes dos atentados a ônibus no MA ocorridos no dia 3 de janeiro, quando cinco pessoas que estavam em um dos coletivos incendiados, sofreram queimaduras. Uma delas, a menina Ana Clara, de apenas seis anos, morreu dois três dias depois dos atos criminosos.

Os detentos envolvidos são Widerley Morais, conhecido como “Paiakan”, Hilton Jonh, conhecido como “Praguinha” e Jorge Henrique Amorim Martins, conhecido como “Dragão”.

Os nove detentos transferidos são acusados de liderar facções criminosas que disputam o controle do tráfico de drogas no estado e de comandar atos violentos dentro e fora dos presídios.



Medida que não funciona, pois sabemos que não existe isolamento e o contato extra-muro e constante,,,, O que essas transferências ocasionam? Transferência de conhecimento e informação, pois eles não vem sozinhos, trazem juntos seus comparsas familiares e adv. pois o adv vem faz contato privado, colhe orientações e leva de volta para quem ficou por lá. isso é pra """inglês vê"" e gastar dinheiro do povo. Vai um cidadão de bem precisar de uma aeronave pra transferir um paciente grave o pobre infeliz morre a mingua.
 
marcio silva em 21/01/2014 10:47:42
Que valor tem estes delinquentes para sociedade em mantê-los nas grande capitais aterrorizando dentro e fora dos presídios através de seus comandados. Será que a justiça tem dó de coloca-los em uma ilha bem isolada do continente como antigamente ou é o pessoal dos direitos humanos que não deixa?
 
Ito Malta em 21/01/2014 10:30:52
Avião?... Deveriam vir caminhando, tapando os buracos da estrada e limpando o matagal nas margens das rodovias. Com certeza, chegariam aqui RESSOCIALIZADOS...
 
CARLOS FERNADO em 21/01/2014 10:19:17
meus pêsames para nós... esse presídio foi a pior herança que poderiam deixar p nós...por isso que os crimes estão cada vez mais cruéis ...com envolvimento da droga fácil tudo ficou pior em nosso estado
 
claudia flores em 21/01/2014 09:17:28
Imagina o dinheiro que foi gasto nessa operação, este que poderia ser gasto em coisas que realmente a sociedade precisa!
E agora esses marginais estão em nossa cidade, com certeza os comparsas viram para cá tambem!
O fim pra bandido é facil e todos sabem, não precisa citar aqui!
Fica a dica...
 
Anderson Silva em 21/01/2014 07:12:03
Bom se aqui tivesse câmara de gás....onde o chefe vai....vai um monte de peão atrás; bom que aqui quase não tem serviço p policia, vamos importar uai.....(.tem munição vencendo no paiol).
 
Geraldo Raspante em 21/01/2014 06:41:43
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