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Capital

Com licitação em andamento, portões do Parque Assaf Trad devem reabrir em 2022

Prefeitura de comprometeu com o Ministério Público a recuperar área fechada há quase 12 anos

Por Lucia Morel | 23/03/2021 18:15
Parque encerrou acesso ao público em dezembro de 2009. (Foto: Marcos Ermínio/Arquivo)
Parque encerrou acesso ao público em dezembro de 2009. (Foto: Marcos Ermínio/Arquivo)

Fechado há pelo menos 12 anos, o Parque Cônsul Assaf Trad pode voltar a receber a população em 2022. A Prefeitura de Campo Grande assumiu compromisso com o Ministério Público de recuperar o espaço e reabrí-lo num prazo de 10 meses após início de obras previstas em licitação, que ainda está em andamento.

Aberta em novembro do ano passado, concorrência - ainda em andamento - aceitou a proposta da empresa Orkan Construtora Eireli que deve receber R$ 1.108.800,01 pelo serviço. TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) assinado no último dia 4 de março entre MP e prefeitura ordena que em 120 dias após o encerramento do processo, a empresa escolhida deverá ter contrato efetivado.

Depois disso, a prefeitura terá 10 meses, a contar da data de início das obras para encerrar as intervenções e reabrir o local ao público, já recuperado. Entre as intervenções previstas, está cercamento do espaço interno do parque, com separação dele do Projeto Florestinha, da PMA (Polícia Militar Ambiental) e de área de preservação.

A área foi doada ao município pela Alphaville Empreendimentos e tentou-se que fosse adotada pelas lojas Havan ou Leroy Merlin para manutenção, mas nada vingou. Assim, a saída foi a prefeitura assumir o local, que está fechado desde 2012 por falta de condições em receber a população.

Além do cercamento, prevê-se ainda construção de campo de futebol, parque infantil, pista de bicicross, implantação de lixeiras e ainda revitalização de pergolados e entrada e dos estacionamentos, e também do teatro de arena.

Segundo TAC com o MP, o município se comprometeu a não construir ou fazer operar no local atividades “potencialmente poluidoras ou degradadoras”, bem como não utilizar o curso hídrico da área de preservação e nem fazer funcionar atividade industrial por lá.

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