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Capital

Conselho de segurança vai à Sejusp pedir brigada contra incêndio no Centro

Aliny Mary Dias | 22/05/2013 08:14

Uma reunião entre os membros do Conselho de Segurança da Área Central de Campo Grande e a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) irá discutir a formação de uma brigada civil contra incêndio. A reunião foi marcada para a manhã desta quarta-feira (22) depois que as lojas Prisma e Planeta Real ficaram destruídas por incêndios.

De acordo com o presidente do conselho, Adelaido Luiz Spinosa, a brigada será formada por funcionários de lojas do centro que passarão por cursos de especialização.

“Já tivemos reuniões com os empresários e todos disponibilizaram pelo menos um funcionário para passar pelo treinamento. Vamos buscar a qualificação mínima, como usar extintor, coisas básicas que não temos hoje”, afirma o presidente.

Se a criação da brigada for aprovada pela Sejusp, o Corpo de Bombeiros será responsável pelo treinamento dos funcionários. A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) também irá participar da discussão.

Além da formação da brigada, a falta e problemas com equipamentos dos Bombeiros também serão abordados no encontro. Segundo Adelaido, investimentos na segurança da região central serão cobrados.

“A cada dia vemos a polícia mais a pé e estamos preocupados com isso. Temos apenas duas viaturas e seis motos e precisamos de ações que aumentam a segurança para os comerciantes”, explica o presidente do conselho.

Os resultados do encontro com a secretaria de segurança serão repassados para os comerciantes em uma reunião marcada para às 19 horas de hoje na sede da ACICG.

Números - Segundo os dados do Conselho de Segurança, de janeiro até o final de abril desse ano os registros de roubos e furtos no Centro diminuíram 28%. A intensificação do policiamento exigida após a criação do conselho é apontada como um dos motivos da redução.

Apesar da queda no índice, Adelaido explica que o policiamento exclusivamente a pé pode contribuir para o aumento no índice. “A situação pode ficar caótica, temos uma queda, mas precisamos de viaturas”, afirma.

Todos os dias cerca de 300 mil pessoas passam pelo Centro de Campo Grande.