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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

25/01/2011 19:51

Conveniência na Zahran é outro alvo de queixas de vizinhos e comerciantes

Fabiano Arruda

Reclamações são as mesmas: som alto, lixo e brigas

Principal reclamação é do som alto nas madrugadas. (Foto: João Garrigó)Principal reclamação é do som alto nas madrugadas. (Foto: João Garrigó)

A conveniência Mix, localizada na avenida Eduardo Elias Zahran, em Campo Grande, é outro ponto que acumula reclamações de moradores e comerciantes da região, a exemplo da conveniência Jarrão, no bairro Coophamat.

A reportagem do Campo Grande News esteve no estabelecimento na madrugada de domingo. Por volta da 1 hora, cerca de 50 carros estavam estacionados nos dois lados da avenida e na Rua professor Xandinho, que faz esquina com a conveniência.

Num depósito de materiais de construção, que fica em frente à conveniência, o movimento é maior. Alguns carros se encarregam de promover uma mistura de sons em alto volume; motivo da grande maioria da reclamação dos moradores.

“O som alto não deixa a gente dormir. Já liguei para o 190 várias vezes, mas até a Polícia chegar, deu tempo dos motoristas abaixarem o volume. E a situação nunca é resolvida”, diz um vizinho.

“Teve sábado que o som durou até mais de 5 horas da manhã”, relata outra moradora.

Adolescentes também são vistas durante a madrugada. Enquanto nossa reportagem esteve por lá, testemunhou por três vezes, motoristas de carros que passam pelo local e abordam as garotas.

Além disso, outros condutores passam em frente à conveniência cantando pneu e acelerando alto.

Os comerciantes do bairro também fazem queixas sobre o lixo acumulado no outro dia pela manhã. Um deles relata que os frequentadores da conveniência urinam no portão do estabelecimento. “O pior é que tudo escorre para dentro da minha loja”.

Brigas - Três vizinhos ouvidos pela reportagem relataram terem presenciado brigas nas proximidades da conveniência. Uma das moradoras garante ter presenciado tentativa de homicídio na madrugada do dia 9 de janeiro.

“Estávamos eu e um amigo, sentados nas cadeiras da conveniência, quando, por volta de 2h30, percebemos que um homem e uma mulher começaram a trocar agressões, ao lado de um carro que tinha uma parede de som e estava estacionado na calçada do depósito de materiais para construção. Os amigos que estavam ao redor nada faziam. De repente o homem sacou um revolver e apontou para a cabeça da mulher. Foi aí que resolveram apartar”, narra.

A jovem também afirma que, ao chegar à sua residência, de madrugada, vários carros estavam estacionados em sua garagem. “Minha mãe precisou pedir para eles retirarem”, relata.

Outro lado - Representantes da conveniência admitem que o som no local é alto, no entanto, dizem que pediram por diversas vezes aos frequentadores que abaixassem o volume. “Nós já fizemos questão de ligar, diversas vezes, para a Polícia fazer a fiscalização quanto o som alto. Não queremos que nosso negócio vire bagunça”, comenta um dos funcionários que fazem parte da direção do estabelecimento.

O mesmo funcionário diz que na calçada da conveniência não há lixo ou som alto, pois os seguranças fazem as restrições com o público que está no local. “Tudo o que reclamam ocorre fora das dependências da conveniência, na calçada de outros estabelecimentos. Então, que os comerciantes e os vizinhos também façam a reclamação no 190”, protesta.

Quanto às reclamações das pessoas que fazem necessidades fisiologias nas ruas, o funcionário rebate, dizendo que a conveniência dispõe de banheiros. Sobre o lixo, garante que outro empregado faz a limpeza da sujeira nas calçadas todos os dias pela manhã.

“Somos 15 funcionários, todos têm família e prezamos pela nossa segurança também. Nós gostaríamos que a Polícia atuasse, com batidas ou blitz, para diminuir as queixas”, finaliza, dizendo que não quer que nas proximidades do estabelecimento ocorra algo parecido com o que houve na conveniência Jarrão.

Policiamento - Segundo informações da Polícia Militar, a corporação tem atuado para coibir o som alto em algumas conveniências que geram reclamações em Campo Grande, no entanto, admite que muitas vezes funciona como um jogo de “gato e rato”: os policiais pedem para abaixar o som, mas ao irem embora, os motoristas sobem o volume novamente.

Com essa dificuldade na fiscalização, a PM pode implantar um monitoramento com câmeras, da própria Polícia, para filmar e identificar as irregularidades que os frequentadores das conveniências praticam.




Criticar e facil ne o dificil e pagar alvaras seguranca funcionarios isso eh dificil enquanto vcs que criticam sem pensar nao sabe que se as conveniencias pararem de vender cervejas ainda restaram mercados abertos. E outra problema de quem bebe cerveja na rua nao eh do comerciante e sim de quem ta comprando e bebendo agora sai desses mundinho perfeito que vcs acham que tem e vai fazer alguma coisa para ajudar o proximo
 
paulo silva em 27/01/2011 04:43:29
Estranho os vizinhos reclarem desta forma, sempre frequento o Local e nas sequências dos finais de semanas nunca vi algazarra lá. Sons ficam ligados? Sim! mas não alta a ponto dos vizinhos reclamarem pois o volume que sempre fica não é suficiente assim para incomodar e olha que geralmente fico no local até altas horas da madrugada. É um lugar super tranquilo e respeitado.
 
PRYSCILLA CHAVES MENDES em 27/01/2011 01:44:26
Todo mundo descendo a lenha ma PM....Disseram ai que ligaram 190 e demorou 15 minutos....Vc ja pensou que a viatura que vc queria na hora que vc queria tem um monte de ocorrencia para atender??Vc ja parou num posto policial e perguntou quantas viaturas estao a disposiçao da populaçao??Vai la!!Pergunta para algum policial quantos bairros eles sao responsaveis e com quantas viaturas eles dispoe para atender os cidadaos....Concerteza sao mais de 15 bairros para UMA VIATURA!!
Entao voçe que esta reclamando de esperar 15 minutos, esta julgando os policiais sem saber..Voçe tem que cobrar do nosso QUERIDO governador, e questionar o pq de tanta falta de concideraçao com nós cidadaos!!!E outra as viaturas que nosso amigo ai viu no batalhao, nem todas as viaturas sao viaturas que atendem ocorrencias!!NAO CONCORDA TBM??QUE BOM!!! MAS RECLAME COM QUEM MANDA, NAO QUEM É MANDADO!
 
Thiago varzim cabistany em 26/01/2011 12:37:40
Assaltos ocorrem todos os dias, mortes continuam.
 
Gustavo Fernando em 26/01/2011 12:16:40
Gente, se pode está implantar um monitoramento com câmeras, manda vê , pois a gente que precisa levantar no outro dia para trabalhar é horriver, vc. quere dormir e não conseguir porque têm barrulho porque essa moçada aposto que não têm nada para fazer no dia seguinte. E mais cade os pais dessas garotadas que ficam solta pelas ruas até altas madrugadas....olha que irresponsabilidade....
 
maria oliveira em 26/01/2011 12:07:30
Que tipo de gente é essa que fica a noite em beira de calçada tirando a paz alheia,gente sem educação e sem cultura,cadê os senhores da lei pra por ordem na cidade???
 
Giovani Moreira em 26/01/2011 11:44:48
Ilmo Thiago varzim cabistany, o atendimento via 190 deve ser imediato! Empenhar VTR(viatura) ou nao a ocorrencia cabe ao comando do CIOPS, vc deve saber do que eu estou falando!
Agora vc imagina, vc precisar falar com urgencia no 190 e demorar 15 minutos para ser atendido. Eu sei que os PM fazem o que podem pra atender as ocorrencias, mas é inadimissivel pelo menos o atendimento demorar 15 minutos.
Acho que cada Policia deve cumprir seu expediente, PM nas ruas com suas tropas ostensivas e PC elucidando e prendendo. CADA UM NA SUA PARA NAO ACABAR AS VTR DAS RUAS
 
Pedro Teixeira em 26/01/2011 10:50:11
EEEEEEEEEEEIIIII!!!!!!!!!!!!! A SOLUÇÃO É................ PARAR DE VENDER BEBIDAS ALCOOLICASSSSSSSSS APÓS AS 20:00, E MULTAR OS COMERCIANTESSS. ISSO SIM RESOLVE.
 
Odair Nantes da silva em 26/01/2011 10:14:01
Percebo que os abusos são cometidos fora do estabelecimento, que por sua vez conta com seguranças e aviso proibindo o som alto. Sendo assim, acho que o policiamento tem de ser intensificado nas proximidades do local, se for pra não vender bebida após as 18:00 hs nos finais de semana, creio que os comerciantes terão que fechar as portas, pois, antes desse horário o bom é trabalhar... gente bêbada em pleno dia e ruim de aguentar hein???
 
Kassandra Ribeiro em 26/01/2011 10:11:44
A MANEIRA MAIS FÁCIL DE ACABAR COM ISSO É DIMINUIR O HORÁRIO DE VALIDADE DOS ALVARÁS ATÉ ÀS 23 HORAS, AJA VISTO QUE, NA MADRUGADA VENDEM APENAS BEBIDAS, E COMERCIANTE SÉRIO NÃO ABRE AS PORTAS PARA VENDER SÓ BEBIDAS DE SEXTA A DOMINGO, VAI LÁ SEGUNDA, TERÇA... ESTARÁ FECHADO COM CERTEZA. E TEM MAIS, NA MINHA OPINIÃO, MENOR COMPRANDO BEBIDA, QUEM DEVE SER PRESO EM FLAGRANTE É O COMERCIANTE, E SE O SERVIÇO RESERVADO DA PM E CIVIL TIVER UM POUCO DE INTERESSE VAI FILMAR ESSES FLAGRANTES VÁRIAS VEZES.
 
EDUARDO FAGUNDES em 26/01/2011 10:11:01
Existe um outro local que apresenta esse mesmo problema, há mais de dois anos.
Já houve, inclusive, um homicídio. Brigas, já perdeu-se a conta. O próprio dono do estabelecimento coloca som alto para chamar clientela (como se precisasse). Deve haver algum tipo de negociação, pois a conveniência de que falo fica ao lado de um Centro de Saúde 24 horas.
O local é frequentado por jovens e adolescentes, sempre com som muito alto, nas madrugadas de qualquer dia da semana. Sabe-se, por exemplo, que alguns frequentadores utilizam-se de motocicletas roubadas, ou seja, uma abordagem da polícia iria encontrar armas, motos roubadas, drogas e pessoas dirigindo alcoolizadas, inclusive menores de 19 anos. O que mais é necessário para as autoridades tomarem uma providência.
em tempo, a conveniência em questão fica na Av. Manoel da Costa Lima, perto do Centro de Saúde do Guanandi.

 
Liliana Amaral em 26/01/2011 10:08:55
Cara ELIZABETH OLIVEIRA, voce já experimentou discar 190?
Semana passa, tive que acionar uma viatura, diquei 190 e resultado que obti foi uma demora no atendimento de 15 minutos, e a viatura nao foi ao local solicitado. Enquanto isso passei na frente do 9 batalhão da PM, localizado na Dom Aquino quase esquina com a Padre João Cripa, e lá estava 2 viaturas encostada e a televisão ligada, dentro do Batalhão. Entendi que, Viatura tinha, Policiais tbm, só faltou a vontade de atender o chamado.
Agora vc imagina, você sendo assaltada e discar 190 e demorar 15 minutos para um atendente lhe atender..
É complicado!!!!!!!!!!!!!1
 
Pedro Teixeira em 26/01/2011 09:56:07
É brincadeira bater nesta mesma tecla todo dia, onde esta a lei que proibe motorista dirigir alcoolizado, a propria PM é culpada deste fato, é facil resolver este problema é só a PM fazerem mais blitz com bafometro perto deste locais ai acaba a festa.
 
Pedro Ayala em 26/01/2011 08:47:31
Acredito que os incomodados deveriam acionar a PM, com insistencia, assim diminuiria a bagunça. Apesar de existir a lei do silencio e o estabelecimento ter afixado este aviso.
Mas infelizmente a Pm só aparece quando sai foto no jornal, onde está o policiamento da cida de?
 
ELIZABETH OLIVEIRA em 26/01/2011 08:19:25
Se a conveniência abre até tarde é porque tem gente querendo trabalhar. O trabalhador não tem culpa se há pessoas dispostas à baderna. No local existe informação imprensa pedindo silêncio, existe uma Lei, e essa Lei não é respeitada. Então o problema é simples de identificar: a falta de respeito ao próximo. Como se obtem isso? Com educação.
 
Jefferson da Silva em 26/01/2011 05:11:46
olha o que esse pessoal está falando é injusto, baderneiro existe em todo lugar...lá é um lugar super tranquilo sempre vou lá e nunca vi nada deste tipo, mas td bem tem pessoas que se incomodam com a alegria dos outros, fala serio bom senso e caldo de galinha faz bem p/ todo mundo...
 
ROSE SANTOS em 26/01/2011 04:47:37
É bem simples resolver isso tudo, pois sabemos que isso é um problema da cidade toda, vamos fazer assim, baderneiros pra um lado, e gente que quer descansar, dormir, ou simplesmente nao gosta de barulheira pro outro, simples assim, já que é um problema da cidade toda, a prefeitura deveria fazer uns 4 pontos na cidade (norte sul leste e oeste) e nesses pontos dizer "aqui pode" quem infringir as regras? MULTA!!! que nem racha, la no autódromo PODE, fora NÃO PODE! é simples.
 
Gustavo Fernando em 26/01/2011 03:26:02
É preciso por ordem na cidade. Outro local que é insuportável pela música alta e pela baderna que ali fazem os frequentadores é o tal POSTO TROKAR. Muitas pessoas já reclamaram e até agora não deu em nada. É PRECISO UMA LEI QUE PROIBA VENDA DE BEBIDAS ALCOOLICAS EM POSTO DE GASOLINA.
 
Renato Garcia de Freitas em 26/01/2011 02:52:55
Pois é....
Literalmente é um absurdo o que ocorre nas ruas da cidade morena.
Na av. Marques de Pombal com a r. Barão de Ubá, existe uma "bendita" conveniência, que parece não ter medo de ninguem...
è uma verdadeira desordem...Fazem até shows no meio da rua...
E ninguem resolve nada..
Alguns parentes meus moram próximo,,,e vou confessar não tem como conversar no interior e muito menos na varanda da casa...
A policia, ja esteve la varias vezes....e ninguem resolve nada....
Com certeza o dia em que morrer um por la,, vão dar atenção..
Previnir para que né...
Todos tem direitos,,,inclusive que mora lá...
Se alguem puder ajudar,,,tenho certeza que terá muitos amigos na região.....
 
Alexandre Irigaray em 26/01/2011 02:34:22
Muito injusto o que sugere o funcionário, que os prejudicados acionem a PM também. Não é tao simples. Ali é uma conveniência, vende bebida para quem consome na rua e nao ali dentro e depois dizer que os incomodados é que precisam reclamar, é muito fácil ser empresário assim. Quem abre um estabelecimento deve pensar no próprio bolso mas também em não prejudicar a vizinhança, que já estava ali antes dele chegar com seu empreendimento. Imagine o dono do prédio vizinho que chega pra trabalhar e o prédio está infectado de urina???
 
Maristela Brunetto em 25/01/2011 11:02:15
Percebo que o problema não está na conveniência e sim com as pessoas que frequentam a mesma, que deveriam no minímo usar o bom senso e cumprir a Lei do Silêncio.
Adoro o local sou super bem atendida e encontro tudo que preciso.
Acho um absurdo culparem o estabelecimento, pois o mesmo nao tem culpa.
Gostaria que as autoridades tomassem atitudes, levando essas pessoas baderneiras para a prisão.
 
Samara R. Vitor em 25/01/2011 10:58:24
a solução é uma só..... que não se venda bebidas alcoolicas nesses lugares depois das 18:00.... do contrario esqueça soluções....
 
pedro henrique em 25/01/2011 09:07:31
Sugiro, também, uma reportagem na Rua Bahia, entre Ruas Eduardo Santos Pereira e Pernambuco, onde se vê praticamente o mesmo citado na reportagem...
 
Edson Trombine Leite em 25/01/2011 08:13:53
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