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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

17/02/2012 09:49

Decreto oficializa tarifa de R$ 2,85 e prevê ônibus a R$ 1 em 7 feriados

Fabiano Arruda
Nova tarifa de R$ 2,85 entra em vigor a partir de 1º de março. (Foto: João Garrigó)Nova tarifa de R$ 2,85 entra em vigor a partir de 1º de março. (Foto: João Garrigó)

O prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad (PMDB), publicou decretos, na edição desta sexta-feira do Diário Oficial do município, que oficializam as novas tarifas do transporte coletivo urbano. Durante o ano, sete feriados terão custo de R$ 1 na passagem.

Um dos decretos determina que o usuário terá de utilizar, exclusivamente, o cartão. O custo sobe para R$ 2,85 nos ônibus convencionais e R$ 3,45 no “fresquinho”.

A tarifa de R$ 1 será cobrada nos feriados de 1º e 13 de maio (Dia das Mães), 12 (Dia dos Pais) e 26 de agosto (Aniversário da Cidade), 2 de novembro (Finados), 25 de dezembro e 1º de Janeiro de 2013.

Decreto também fixa a tarifa de ônibus de R$ 10 entre Campo Grande e o distrito de Anhanduí.

O reajuste, de 5,55%, começa a valer a partir de primeiro de março. A reposição tarifária é menor do que a inflação de 6,22%, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, referente ao fechamento do mês de janeiro deste ano.

O prefeito afirmou que, em contrapartida, exigiu o aumento de 35% no número de veículos circulando nos horários de pico em todas as linhas.

Quando assumiu o cargo em março de 2005, a tarifa era de R$ 1,80 e o salário mínimo de R$ 260. Hoje o salário é de R$ 622. O reajuste é de 139,23% em sete anos, enquanto a o passe de ônibus teve um aumento de 58,33% no mesmo período.

Em março de 2005 o campo-grandense comprava 144 passes com um salário. Hoje é possível adquirir 218. Um aumento no poder de compra dos trabalhadores de 51%. “Essa política valorizou o poder de compra dos trabalhadores”, diz o prefeito.

O Campo Grande News havia adiantado, em reportagem no dia 22 de janeiro, que a nova tarifa ficaria entre R$ 2,85 e R$ 2,90. O pedido dos empresários, no entanto, era reajuste para R$ 3. À época, Nelsinho garantiu que o reajuste não teria índice superior ao da inflação.



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