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Capital

Delegada pede revogação da prisão de pedreiro preso por morte de Mayara

Luana Rodrigues | 07/08/2017 16:40
Anderson, Ronaldo e Luís Alberto no dia em que foram presos. (Foto: Marcos Ermínio)
Anderson, Ronaldo e Luís Alberto no dia em que foram presos. (Foto: Marcos Ermínio)

A polícia não encontrou indícios do envolvimento de Anderson Sanches Pereira, 31 anos, na morte da violonista Mayara Amaral, 27 anos. O pedreiro está preso desde o dia 26 de julho, porque era suspeito de ter colaborado com o crime. Mas, no inquérito entregue ao Ministério Público Estadual na última sexta-feira (4), a delegada Gabriela Stainle pediu a revogação da prisão.

No documento, Stainle afirma que ficou comprovado que Anderson não teve envolvimento com os crimes de latrocínio e ocultação de cadáver, “tampouco não havendo indícios de que tenha envolvimento com tráfico de drogas, tendo sido responsabilizado no inquérito somente pelo delito de receptação”, explicou a delegada. Sanches teria participado da compra do carro de Mayara.

Ronaldo da Silva Olmedo, de 30 anos, conhecido como “Cachorrão”, foi indiciado por tráfico de drogas, por ter fornecido entorpecentes a Luís Alberto Bastos Barbosa, 29 anos, este sim indiciado por latrocínio - roubo seguido de morte - e ocultação de cadáver.

Para chegar à conclusão, a polícia tomou como base as imagens das câmeras de segurança do motel, onde o homicídio aconteceu na noite do dia 25 de julho, e de outros locais onde o músico esteve. As rotas traçadas pelo serviço geolocalização do celular de Mayara também foram determinantes.

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