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Capital

Depois de limpos, segurança é reforçada em monumentos

O letreiro começou a ser limpo por moradores e foi revitalizado nesta manhã pela Sisep. Já tinta do monumento esta dificil de sair

Por Laiane Paixão | 30/09/2020 10:56



Um equipe da Sisep (Secretaria Municipal De Infraestrutura E Serviços Públicos) realiza na manhã desta quarta-feira (30), a limpeza dos monumentos localizados na rotatória da Avenida Gury Marques. Eles foram pichados com tinta vermelha no início desta semana.

Na tarde de terça-feira (29), moradores da região iniciaram a limpeza por conta própria e agora pela manhã trabalhadores da prefeitura tentam remover o restante da tinta vermelha que se mostra bem resistente, mesmo com um forte jato d'água.

Letreiro em homenagem a Capital esta completamente limpo e revitalizado. Foto: (Divulgação/Sisep)
Letreiro em homenagem a Capital esta completamente limpo e revitalizado. Foto: (Divulgação/Sisep)

Após o ato de vandalismo e danos ao patrimônio público, a Guarda Civil Metropolitana intensificou as rondas em totens e monumentos da capital para evitar novos casos. A assessoria informou ainda por meio de nota, que o responsável pela pichação não sairá impune.

"A Prefeitura de Campo Grande está buscando por meio da Polícia Civil da Capital, investigações e imagens do entorno para sejam identificados esses vândalos e responsabilizados perante a justiça", ressalta.

O monumento Obelisco, na Avenida Afonso Pena recebeu a visita do agentes da guarda nesta madrugada. Foto: (Divulgação/Guarda Civil))
O monumento Obelisco, na Avenida Afonso Pena recebeu a visita do agentes da guarda nesta madrugada. Foto: (Divulgação/Guarda Civil))
As obras danificadas foram o “Monumento do Maçom”,  inaugurado em 2005 simbolizando a cidade em construção, e o letreiro com o nome da Capital, lançada no aniversário da cidade em 2019 e adaptada esse ano.
Monumentos foram manchados com tinta vermelha e indignou moradores. Foto: (Henrique Kawaminami)
Monumentos foram manchados com tinta vermelha e indignou moradores. Foto: (Henrique Kawaminami)

Moradores da região se indignaram com o fato. “Isso é coisa de gente desocupada que não valoriza nosso patrimônio, não dá o mínimo de valor e isso tudo é custo para nós”, comentou Raimundo Araujo (61), que passa no local três vezes na semana.





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