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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

18/07/2016 14:53

Dois meses após furtos, centro comunitário segue abandonado

Em maio, local foi invadido por ladrões, que levaram material de trabalho usado por agentes comunitários de saúde

Chloé Pinheiro
Portões ficam sempre abertos no imóvel que pertence à prefeitura, mas está sob os cuidados da Associação de MoradoresPortões ficam sempre abertos no imóvel que pertence à prefeitura, mas está sob os cuidados da Associação de Moradores

Dois meses depois de ter sido invadido por bandidos, o Centro Comunitário do bairro Rita Vieira, localizado na Rua Rotterdan, em Campo Grande, continua um prato cheio para invasões: portões abertos, janelas quebradas e algumas portas destrancadas. Em maio, o Campo Grande News mostrou a ação de ladrões que arrombaram o imóvel e levaram de lá crachás e coletes de agentes comunitários de saúde.

À época, a Prefeitura chegou a emitir um alerta sobre a possibilidade de criminosos tentarem invadir as casas da região se passando por falsos funcionários. 

A ameaça se cumpriu na semana passada, quando moradores de mais de cinco bairros da capital -- Aero Rancho, Vila Planalto, Jardim Imá e Jardim Columbia -- denunciaram as abordagens de homens desconhecidos usando o uniforme oficial dos agentes. 

Nesta segunda-feira (18), a reportagem voltou ao centro comunitário e averiguou que o local continua vulnerável. Além da facilidade de acesso, não havia ninguém no terreno, que está com a grama aparada. Há móveis empilhados em salas e banheiros depredados.

Janelas precárias guardam objetos e móveis à mercê do tempoJanelas precárias guardam objetos e móveis à mercê do tempo

Apesar de ser evidente o abandono, os moradores do entorno afirmam que o imóvel continua a ser utilizado pela Associação de Moradores, que é a responsável pela manutenção, e por agentes comunitários de saúde – os de verdade, desta vez – que se reúnem ali a trabalho. Ao que parece, agora sem guardar os uniformes e crachás por lá. 

A presidente da Associação, Maria Sandes Cecília, informou que faz por conta própria a manutenção mais urgente, como o corte da grama, e que a reforma propriamente dita está pendente por motivos burocráticos. Mas, que pretende fazê-la tão logo seja liberada pela Prefeitura, que é a dona do espaço.



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