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Capital

Durante investigação de assassinato, polícia prende agiota armado no Tijuca

Homem foi localizado com um revólver calibre 38, com cinco munições intactas e uma deflagrada

Por Dayene Paz | 18/10/2021 09:51
Márcia foi encontrada morta com tiro na cabeça. (Foto: Divulgação/Facebook)
Márcia foi encontrada morta com tiro na cabeça. (Foto: Divulgação/Facebook)

Durante investigação do assassinato de Marcia Catarina Lugo Ortiz, de 57 anos, encontrada com tiro na cabeça embaixo de ponte sobre o Córrego Imbirussu, a Polícia Civil prendeu um agiota de 28 anos, conhecido como "China", que pode ter envolvimento com o crime. Ele passa por audiência de custódia nesta segunda-feira (18).

A Polícia Civil informou que o agiota já era investigado e havia um mandado de prisão temporária contra ele. Na última sexta-feira (15), recebeu denúncia de que um homem estaria andando armado, no Bairro Tijuca. Ao checar, os investigadores encontraram ele em um veículo modelo HB20, em frente a uma loja na Rua Panambi Verá.

Abordado quando entrava na loja, foi constatado que ele portava uma arma de fogo calibre 38, com cinco munições intactas e uma deflagrada. Questionado, afirmou que usou a arma durante um pagode como advertência, ao iniciar uma briga no local. No entanto, a polícia vai apurar se a arma pode ter sido utilizada na execução de Márcia.

Aos policiais, ele também disse que andava armado, pois empresta dinheiro para muita gente e durante plantões, quando exercia profissão de taxista.

Assassinato - A família registrou boletim de ocorrência de desaparecimento no início da tarde do último 8 de outubro, na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento) do Centro. Poucas horas depois, soube que a mulher foi encontrada morta.

Márcia foi morta com um tiro na cabeça e jogada dentro córrego. Havia marcas de sangue no guard-rail da pista. O marido dela é um policial civil aposentado.

Antes de desaparecer, Marcia foi vista conversando com o motorista de um SUV preto na noite anterior - quinta-feira (7) - e parecia conhecê-lo, disse uma vizinha que pediu para não ter a identidade divulgada. Ela conta que foram poucos segundos de conversa e Márcia parecia conhecer o motorista, pois estava conversando tranquilamente. A mulher entrou no carro e foi encontrada morta no dia seguinte.

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