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14/01/2015 11:36

Em júri, frentista diz que adolescente matou padrasto ao cobrar R$ 250

Filipe Prado
Thionatan acusou o adolescente de matar o padrasto (Foto: Filipe Prado)Thionatan acusou o adolescente de matar o padrasto (Foto: Filipe Prado)

O frentista acusado de matar o padrasto, Flausio Laudemiro Furtado, 63 anos, em abril de 2013, afirmou que o adolescente, 17, foi o autor dos disparos. Thionatan Anderson Custódio da Silva, 20, assegurou que eles foram até a casa da vítima para cobrar R$ 250 e depois ir à feira “andar atoa”. O frentista prestou depoimento durante julgamento na 2ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande, na manhã de hoje (14).

Thionatan alegou que teria entrado em contato com Flausio, por meio de mensagens, e dito que o adolescente precisava do dinheiro que ele estava devendo, apontando que ainda não teria recebido e precisava do pagamento para ir até a feira.

Mesmo morando na mesma casa, o frentista disse que não havia visto o padrasto naquele dia e que não foi entregue o dinheiro da dívida. No dia do homicídio, Thionatan se encontrou com o adolescente e, em uma motocicleta, foram até a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Bairro Coronel Antonino, onde Aparecida estava, pois eles precisavam do dinheiro.

No meio do caminho, a dupla encontrou Aparecida e Flausio. Eles pediram para que o casal parasse, por que precisavam conversar. No momento em que Flausio saiu do carro, o adolescente, de acordo com Thionatan, realizou os disparos, subiu na moto e os dois fugiram. Ele alegou que não sabia que o menor estava armado e iria comenter o homicídio.

Thionatan disse que os dois foram para a sua casa, ficaram no local por cerca de 25 minutos, sendo que durante este período o adolescente escondeu a arma em cima de uma viga da residência, depois foram até o posto de saúde, local onde foram presos.

O acusado não possui antecedentes criminais e é réu primário. O júri dever tomar uma decisão até o início da tarde desta quarta-feira.

Aparecida foi absolvida pelo júri popular, em setembro de 2014, por insuficiência de provas. Ela era acusada de tramar a morte do marido, Fláusio, no ano passado no Bairro Monte Castelo, em Campo Grande.

Mãe e filho foram indiciados por homicídio doloso qualificado, por motivo torpe e por dificultar a defesa da vítima, além de emboscada e corrupção de menores.

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