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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

26/07/2011 10:20

Esposa de gerente morto em roubo a mercado quer indenização do Estado

Aline dos Santos
Gerente e assaltante morreram em assalto a supermercado. (Foto: Pedro Peralta)Gerente e assaltante morreram em assalto a supermercado. (Foto: Pedro Peralta)

A esposa do gerente Carlos Expedito Ferreira Boccia, de 41 anos, morto após assalto ao supermercado onde trabalhava, vai pedir indenização do Estado. De acordo com o advogado Rodolfo Carneiro Homem de Carvalho, a justificativa é que ele foi morto ao ser atingido por disparo efetuado por um policial militar.

A família do gerente aguarda o fim do inquérito policial, que deve ocorrer nesta terça-feira, para acionar a justiça. O resultado da perícia na arma do PM ainda não foi divulgado, mas imagens do circuito interno do supermercado Souza, no bairro Taveirópolis, mostram que somente o policial atirou.

A ação terminou com a morte do gerente e do assaltante Maycon Higor Aquino Paes, de 18 anos. Ele morreu no local, já Carlos chegou a ser socorrido, mas morreu no hospital. O assalto foi no dia 5 de julho.

De acordo com Rodolfo Carvalho, o valor da indenização ainda não foi definido. “Ainda estou cuidando do inventário. Depois, vou cuidar dessa ação de indenização contra o Estado”, afirma.

Segundo o advogado, a viúva, que mora próximo ao supermercado, ainda está muito abalada com a morte do gerente. O casal tem dois filhos. A mulher relatou ao advogado que não conhecia o policial e que ele não era amigo de seu esposo.

A investigação sobre o duplo homicídio é feita pelo delegado Walmir Messias de Moura Fé, da 6ª delegacia de Polícia Civil. Já foram ouvidos o dono e funcionários do supermercado, a esposa do gerente morto, a tia de Maycon, o policial militar e o adolescente de 17 anos que também participou do roubo.

Três armas foram apreendidas no local do crime: a arma calibre 22, um revólver calibre 38 (encontrado com Maycon) e a pistola utilizada pelo policial. O adolescente afirmou em depoimento ao MPE (Ministério Público Estadual) que somente a arma calibre 22, que estava com ele, foi usada no assalto.



E os policiais militares continuam fazendo bico de segurança contra a lei, só verificar nos postos de gasolina, farmácias, mercados...cadê o ministério público, corregedoria???
 
lucas figueiredo em 26/07/2011 11:02:30
POR DECORRENCIA DE ERROS PROCESSUAIS, QUE NOSSA JUSTIÇA ESTA LENTA E ABARROTADA DE "PASTAS". SE A AÇÃO FOR CONTRA O ESTADO, ENTAO SUBTENDE-SE DE QUE O POLICIAL ESTARIA AGINDO EM REPREAO AO CRIME ACONTECENDO, OU SEJA EM SERVIÇO, O QUE DESMENTE O COMANDANTE DA PM, ALEGANDO QUE O POLICIAL NAO ESTARIA NAQUELE MOMENTO EM SERVIÇO. SE ESSA AÇÃO INDENIZATORIA EM QUE O ESTADO É RÉU, ALEM DE CORRER LENTAMENTENTE, AO FINAL, O TJMS RECORRERÁ ALEGANDO QUE O POLICIAL NAQUELA MOMENTO NAO ESTAVA EM SERVIÇO E VAO ALEGAR OUTRA COIAS, TIPO QUE A ARAMA NAO DEVIA ESTAR COM ELE, ETC.. SABEM COMO É A QUELA HISTORIA DA CORDA NÉ? POIS É...
 
LUCIANO MARQUES em 26/07/2011 10:58:14
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