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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

31/12/2010 11:20

Feirantes consideravam praça tranquila antes de assassinato

Aline Queiroz e Paulo Fernandes

Jovem foi morto no centro com facada no coração

Praça foi lavada instantes depois do homicídio. Foto: João GarrigóPraça foi lavada instantes depois do homicídio. Foto: João Garrigó

Feirantes da Praça do Índio consideravam o lugar tranquilo antes do assassinato ocorrido esta manhã. Cristiano dos Santos, 23 anos, foi esfaqueado quando estava em um ponto de ônibus na Rua 26 de Agosto e caiu morto na praça.

“Foi uma fatalidade”, diz o secretário da associação dos feirantes, Janilson Martis. Ele lavou a praça para que os clientes pudessem continuar as compras na feira.

De acordo com Janilson, o lugar sempre foi calmo. Ele explica que, raramente, ocorrem brigas de andarilhos.

Quando estas situações acontecem, os feirantes “ficam de fora”. “É complicado entrar no meio”, ressalta.

A feirante indígena Vanda de Albuquereque, 20 anos, garante que o local sempre foi tranquilo. Ela só percebeu que um homem foi assassinado no local quando viu a correria das pessoas.

Compras - A praça foi lavada instantes depois dos trabalhos da Polícia. Clientes que foram ao local puderam fazer as compras normalmente.

Cristiano foi morto com uma facada no coração. O principal suspeito, que se identificou como Leandro Vieira dos Santos, 28 anos, foi preso instantes depois do crime por policiais do 1º BPM (Batalhão da Polícia Militar).

Ele foi capturado com a roupa suja de sangue a dois quilômetros do local do homicídio.

De acordo com os policiais militares que atenderam a ocorrência, Cristiano era andarilho e o suspeito um guardador de carros que tinha rixa com a vítima.

O suspeito forneceu dois nomes à Polícia e não portava documentos.

Depois da prisão a Polícia chegou a verdadeiro nome do suspeito: Lúcio da Silva Oliveira, 28 anos. Ele foi encaminhado à Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Centro.



O que acontece é que tanto os guardadores de carros e mendigos, desta praça é os outros que ficam atrás da Morada do Baís, são os mesmos que nos assaltam e roubam na região central de Campo Grande, e após o roubo, passam o produto para os traficantes da região.
A maioria são usuários de crak, é só passar na rua atrás da Morada do Baís que nos temos a nossa crakolândia ao ar livre em Campo Grande e o próprio guardador de carro que fornece.
 
Jaime Delmondes em 31/12/2010 01:15:35
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