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Capital

"Foi um descarrego de tiro", disse morador sobre morte no Celina Jallad

Disparos atingiram portão de três casas, um jovem morreu e duas pessoas ficaram feridas

Por Ana Oshiro e Bruna Marques | 06/12/2021 08:33
Rua Marilda Avelina Rezende Perez, onde crime aconteceu na noite deste domingo. (Foto: Henrique Kawaminami)
Rua Marilda Avelina Rezende Perez, onde crime aconteceu na noite deste domingo. (Foto: Henrique Kawaminami)

"Parecia tiro de fuzil. A princípio, achei que eram fogos, mas acertou meu portão e vi que era tiro", contou um morador de 33 anos, sobre os disparos que causaram a morte de Douglas William Santos de Almeida, de 24 anos, na noite deste domingo (5), no Residencial Celina Jallad, no Bairro Portal Caiobá, em Campo Grande.

Disparo atingiu portão de morador. (Foto: Henrique Kawaminami)
Disparo atingiu portão de morador. (Foto: Henrique Kawaminami)

De acordo com o homem, que pediu para não ser identificado, por medo do que aconteceu, Douglas conhecia todo mundo da rua e era "firmeza". "Ouvi barulho de tiro, sai correndo pra ver o que era e era ele. Foi um descarrego de tiro", contou o homem, que trabalha como motorista e teve o portão de casa atingido pelos disparos.

Morando há um ano no local, ele contou que Douglas estava sempre na residência onde foi atingido pelos tiros, mas não sabe onde o jovem morava e nem o motivo do crime. Questionado se Douglas tinha rixa com alguém, o morador respondeu que não sabe, mas acredita que sim. "Aqui isso é normal", disse.

O crime - Douglas morreu no CRS (Centro Regional de Saúde) Coophavilla, ele foi atingido por tiros disparados de dentro de um Fiat Palio. As balas também deixaram feridos um jovem de 24 anos e uma adolescente de 15. A polícia investiga quem são os autores do crime. Conhecido como "Douglinhas", a vítima já respondeu na Justiça de Mato Grosso do Sul por porte ilegal de arma de fogo e por desobediência.

Perícia esteve no local do crime e marcou perfurações e marcas de sangue. (Foto: Henrique Kawaminami)
Perícia esteve no local do crime e marcou perfurações e marcas de sangue. (Foto: Henrique Kawaminami)


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