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Capital

Fumacê percorre 5 bairros da Capital para reforçar combate ao Aedes aeaegypti

Ação acontece até 22h e busca reduzir a população do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya

Por José Cândido | 16/06/2026 17:10
Fumacê percorre 5 bairros da Capital para reforçar combate ao Aedes aeaegypti
Veículo do fumacê passará por São Conrado, Tijuca, Centenário, Moreninha e Centro-Oeste em mais uma etapa das ações de combate ao mosquito transmissor da dengue.

Moradores de cinco bairros de Campo Grande devem ficar atentos nesta terça-feira (16) à passagem do fumacê, uma das principais estratégias adotadas pela Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) para reduzir a população do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.

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Moradores de cinco bairros de Campo Grande devem manter portas e janelas abertas nesta terça-feira (16), entre 16h e 22h, durante a passagem do fumacê nos bairros São Conrado, Tijuca, Centenário, Moreninha e Centro-Oeste. A ação da Sesau usa borrifação UBV contra o Aedes aegypti, transmissor de dengue, zika e chikungunya, mas não elimina larvas ou ovos, exigindo que moradores eliminem água parada.

A ação será realizada das 16h às 22h nos bairros São Conrado, Tijuca, Centenário, Moreninha e Centro-Oeste, com equipes da Coordenadoria de Controle de Endemias Vetoriais (CCEV) utilizando a técnica de borrifação ultra baixo volume (UBV), popularmente conhecida como fumacê.

Para aumentar a eficácia do inseticida, a orientação é que os moradores mantenham portas e janelas abertas durante a passagem do veículo. Dessa forma, o produto consegue alcançar áreas internas dos imóveis onde os mosquitos costumam se abrigar, como atrás de móveis, cortinas e locais com pouca circulação de ar.

A Sesau alerta que o serviço pode sofrer alterações em função das condições climáticas. Chuvas, ventos fortes ou neblina podem comprometer a dispersão do inseticida e levar ao adiamento ou cancelamento da aplicação.

O fumacê atua principalmente sobre os mosquitos adultos, especialmente as fêmeas do Aedes aegypti, responsáveis pela transmissão das doenças. A estratégia, no entanto, não elimina larvas nem ovos, o que torna fundamental a participação da população na eliminação de recipientes que possam acumular água parada.

Mesmo com o reforço das ações de controle, as autoridades de saúde destacam que a prevenção continua sendo a medida mais eficaz para conter o avanço das arboviroses, sobretudo em períodos de maior circulação do mosquito. A recomendação é manter quintais limpos, caixas d'água vedadas e eliminar qualquer possível criadouro dentro e ao redor das residências.