A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

02/03/2013 09:29

Funcionário de curtume morre depois de cair de altura de 5 metros

Gabriel Neris e Luciana Brazil
Carro de funerária foi chamado para remover corpo de trabalhador morto em acidente (Foto: Luciano Muta)Carro de funerária foi chamado para remover corpo de trabalhador morto em acidente (Foto: Luciano Muta)

Um homem de 48 anos morreu na manhã deste sábado (2) ao cair de uma altura de cinco metros no curtume Induspan, localizado na rodovia MS-060, em Campo Grande. Viaturas do Corpo de Bombeiros e do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foram acionados para prestar socorro, mas quando chegaram ao local o rapaz já estava morto.

Pedro Roberto Santana era auxiliar de almoxarifado. O médico do Samu, Adolfo Rainche, explicou que o operário estava numa plataforma de sistema chamada de calheiro, que faz a reposição do couro. A suspeita é que o homem tenha passado mal ao subir nesta plataforma.

O sistema roda a todo instante e ele foi arremessado contra o chão de uma altura de cinco metros. Vários funcionários estavam no local, mas ninguém viu como aconteceu o acidente. Os trabalhadores contaram que Pedro trabalhava há 14 anos na empresa.

Conforme o médico, Pedro teve morte súbita instantânea e hemorragia. O Corpo de Bombeiros permanece no local para a chegada dos peritos. A empresa funerária também já está no curtume para a remoção do corpo.

A reportagem tentou entrar em contato com a empresa no local e por telefone, mas ninguém quis se pronunciar.

Explosão – Esta não é a primeira vez que um funcionário do curtume morre durante o expediente. No dia 16 de fevereiro de 2008 uma explosão de autoclave, aparelho que usa vapor aquecido para remover a gordura do couro, matou cinco pessoas no curtume Induspan.

A explosão levou a óbito Valdemir Torres Nogueira, 38 anos, Lourival Rosa Mendes, 28 anos e João Miguel da Silva, de 49 anos. Edivaldo da Costa Silva morreu dez dias depois.



Ate quando o ministerio do trabalho vão fazer vista grossa em tantas mortes e outro acidentes grave em nosso estado as norma trabalhista estão ai para ser comprida onde diz que todos aquele que trabalha numa altura superior a 2 metro de altura tem que ter cinto tipo paraquedista isto seria evitado uma morte neste caso.Senhores empresarios e Trabalhadores lembre sua segurança vem em 1ª lugar não aceita trabalhar ou trabalhador desprotegido exigia o comprimento da norma sera bom para todos.
 
Alexandre Alves de Melo em 04/03/2013 08:33:56
E lamentável que este tipo de acidente ainda acontença isso tem que ser apurado para que outras familias não sejam destruídas.
 
LUCIANO ALVES em 03/03/2013 14:38:18
Estes empresas, deveriam passar por auditorias, ou vistorias do MTE, para verificar situações ou condições de trabalho dos funcionários, se tem Técnico segurança Trabalho na empresa mas pelo visto não se importam com os funcionários, só fazem o minimo necessário e tudo bem, quem acaba sofrendo e a família do funcionário.
 
Misael Matos Santos em 02/03/2013 16:40:17
Triste noticia, eventos deste tipo não podem ser qualificados como fatalidade, uma vida ceifada no auge de sua vida produtiva, prejuízo pra todo lado, empresa, família e estado, é mais uma amostra da precária fiscalização por parte dos responsáveis de segurança, esta claro que há procedimentos urgentes que devem ser readequados nessa empresa! Senhores empresários atentem para normas de segurança assim evitarão prejuízos e ações judiciais!!
 
Gabriel Mancilla em 02/03/2013 16:17:06
Até quando esses "Empresários" vão expor seus colaboradores a condições inseguras?
Cadê a Delegacia Regional do Trabalho que não fiscaliza essas empresas?
Autue e faça cumprir a NR-4 com a contratação de profissionais de segurança do trabalho, porque as Normas Regulamentadoras estão aí, só que ninguém deixa esses profissionais trabalhar.
Chega de óbitos de trabalhadores, principalmente reincidentes.
 
ari rolim em 02/03/2013 11:58:03
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions