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Campo Grande, Quarta-feira, 24 de Janeiro de 2018

19/12/2014 15:01

Juiz condena a 20 anos homem que estuprou enteada e cunhado

Edivaldo Bitencourt
Auxiliar de serviços gerais durante interrogatório em janeiro deste ano (Foto: Marcos Ermínio)Auxiliar de serviços gerais durante interrogatório em janeiro deste ano (Foto: Marcos Ermínio)

O juiz da 7ª Vara Criminal de Campo Grande, Valter Tadeu Carvalho, condenou a 20 anos de prisão o homem acusado de estuprar a enteada de dois anos e o cunhado de seis anos no ano passado. A sentença foi publicada na edição de hoje do Diário Oficial da Justiça.

Segundo o magistrado, ficou provado que o homem, que foi preso em Jardim em janeiro deste ano, cometeu os crimes.

O jovem de 24 anos vai cumprir pena em regime fechado. Ele teve a prisão preventiva decretada em dezembro deste ano.

Pelo estupro do bebê de dois anos, o juiz fixou a pena em 12 anos de prisão. Já pelo abuso sexual do menino, a sentença fixou pena de 8 anos. No total, a pena ficou definida em 20 anos de reclusão em regime fechado.

A investigação - A Depca (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente) constatou que os abusos começaram no final de novembro do ano passado.

A mãe da menina levou a criança ao médico após ela se queixar de dores na região das nádegas. O médico constatou os sinais de violência e orientou a mulher a registrar boletim de ocorrência.

Após o procedimento policial, foi realizado laudo pericial, que diagnosticou estupro anal. Diante da constatação, a mãe foi orientada a conversar com as demais crianças da casa, o irmão, de 6 anos, e a prima, de 9. O menino informou que o homem “colocava o dedo” no seu ânus.

A menina de 9 anos, por sua vez, não chegou a ser vítima de abuso, mas de ameaça. O homem a obrigava a se responsabilizar pelas dores da enteada na região anal. Segundo a delegada Regina Márcia Mota, na época da conclusão do inquérito, ele a orientava a justificar que o problema aconteceu durante o banho, já que ela ajudava a cuidar da prima mais nova.
Após descobrir o registro policial, o suspeito fugiu, primeiro para Bela Vista, e, depois, para Jardim. Ele se escondia na casa de parentes.

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Acho muito pouco. Deveria existir pena de morte para esses casos. Porque não se aplica aqui leis que funcionam em outros lugares?
 
Gisely em 20/02/2015 10:27:56
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